Segunda-feira, Novembro 24, 2008
Sábado, Novembro 22, 2008
Quarta-feira, Novembro 19, 2008
Arturo Pérez-Reverte quer um país único na Península Ibérica
O escritor Arturo Pérez-Reverte defendeu a existência de uma Ibéria, um país único, sem fronteiras que separem Espanha e Portugal, porque é "um absurdo" que os dois países vivam "tão desconhecidos um do outro".
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Segunda-feira, Novembro 17, 2008
Portugal... e a Crise Económica Mundial
Primeira Dinastia - Afonsina
1143 - 1185
Segunda Dinastia - Avis
1385 - 1433
D. João I "O de Boa Memória"
(11 Abril 1357 Lisboa-14 Agosto 1433 Batalha)
Casou com D. Filipa de Lencastre
1433 - 1438
D. Duarte I "O Eloquente"
(31 Outubro 1391 Viseu-9 Setembro 1438 Batalha)
Casou com D. Leonor de Aragão
1438 - 1481
D. Afonso V "O Africano"
(15 Janeiro 1432 Sintra-28 Agosto 1481 Batalha)
Casou com D. Isabel
1481 - 1495
D. João II "O Príncipe Perfeito"
(3 Maio 1455 Lisboa-25 Outubro 1495 Batalha)
Casou com D. Leonor
1495 - 1521
D. Manuel I "O Venturoso"
(31 Maio 1469 Alcochete-13 Dezembro 1521 Belém)
Casou com D. Isabel de Castela, D. Maria de Castela e com D. Leonor
1521 - 1557
D. João III "O Piedoso"
(6 Junho 1502 Lisboa-11 Junho 1557 Belém)
Casou com D. Catarina de Áustria
1557 - 1578
D. Sebastião I "O Desejado"
(20 Janeiro 1554 Lisboa-4 Agosto 1578 África)
Não Casou
1578 - 1580
D. Henrique I "O Casto"
(31 Janeiro 1512 Almeirim-31 Janeiro 1580)
Não Casou
1580 - 1580
D. António I "O Determinado"
(1531 Lisboa-26 Agosto 1595 Paris)
Não Casou
Terceira Dinastia - Filipina
D. Filipe I "O Prudente"
(21 Março 1527 Valhadolid-13 Setembro 1598 Escorial)
Casou com D. Maria de Portugal; D. Maria Tudor, D. Isabel de Valois e com D. Ana de Áustria
1598 - 1621
D. Filipe II "O Pio"
(14 Abril 1578 Madrid-31 Março 1621 Escorial)
Casou com D. Margarida de Áustria
1621 - 1640
D. Filipe III "O Grande"
(8 Abril 1605 Madrid-17 Setembro 1665 Escorial)
Casou com D. Isabel de França
Quarta Dinastia - Bragança
1640 - 1656
D. João IV "O Restaurador"
(19 Março 1604 V. Viçosa-6 Novembro 1656 Lisboa)
Casou com D. Luísa de Gusmão
1656 - 1683
D. Afonso VI "O Vitorioso"
(21 Agosto 1643 Lisboa-12 Setembro 1683 Lisboa)
Casou com D. Maria Francisca de Sabóia
1683 - 1706
D. Pedro II "O Pacífico"
(26 Abril 1648 Lisboa-9 Dezembro 1706 Lisboa)
Casou com D. Maria Francisca de Sabóia e com D. Maria Sofia de Neuburgo
1706 - 1750
D. João V "O Magnânimo"
(22 Outubro 1689 Lisboa-31 Julho 1750 Lisboa)
Casou com D. Maria Ana de Áustria
1750 - 1777
D. José I "O Reformador"
6 Junho 1714 Lisboa-24 Fevereiro 1777 Lisboa)
Casou com D. Mariana Vitória
1777 - 1816
D. Maria I "A Piedosa"
(17 Dezembro 1734 Lisboa-20 Março 1816 Lisboa)
Casou com D. Pedro III
1816 - 1826
D. João VI "O Clemente"
(13 Maio 1767 Queluz-10 Março 1826 Lisboa)
Casou com D. Carlota Joaquina
1826 - 1826
D. Pedro IV "O Rei Soldado"
(12 Outubro 1798 Queluz-24 Setembro 1834 Lisboa)
Casou com D. Maria Leopoldina
1828 - 1834
D. Miguel I "O Tradicionalista"
(26 Outubro 1802 Lisboa-14 Novembro 1866 Áustria)
Casou com D. Adelaide de Rosenberg
1826 - 1853
D. Maria II "A Educadora"
(4 Abril 1819 Rio de Janeiro-15 Novembro 1853 Lisboa)
Casou com D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha
1853 - 1861
D. Pedro V "O Esperançoso"
(16 Setembro 1837 Lisboa-11 Novembro 1861 Lisboa)
Casou com D. Estefânia Hohenzollern-Sigmaringen
1861 - 1889
D. Luís I "O Popular"
(31 Outubro 1838 Lisboa-19 Outubro 1889 Lisboa)
Casou com D. Maria Pia de Sabóia
1889 - 1908
D. Carlos I "O Martirizado"
(28 Setembro 1863 Lisboa-1 Fevereiro 1908 Lisboa)
Casou com D. Maria Amélia de Orleães
1908 - 1910
D. Manuel II "O Rei Saudade"
(15 Novembro 1889 Lisboa-2 Abril 1932)
Casou com D. Augusta Vitória Hohenzollern-Sigmaringen
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Domingo, Novembro 16, 2008
3 Anos em Moçambique
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Sábado, Novembro 15, 2008
E se Obama fosse africano?
Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África.
Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se reerguia, liberta, dentro de nós. Meu coração tinha votado, mesmo sem permissão: habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem dimensões. Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra: sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo a da maioria branca) os Estados Unidos da América não nos entregariam motivo para festejarmos.
Nos dias seguintes, fui colhendo as reacções eufóricas dos mais diversos recantos do nosso continente. Pessoas anónimas, cidadãos comuns querem testemunhar a sua felicidade. Ao mesmo tempo fui tomando nota, com algumas reservas, das mensagens solidárias de dirigentes africanos. Quase todos chamavam Obama de "nosso irmão". E pensei: estarão todos esses dirigentes sendo sinceros? Será Barack Obama familiar de tanta gente politicamente tão diversa? Tenho dúvidas. Na pressa de ver preconceitos somente nos outros, não somos capazes de ver os nossos próprios racismos e xenofobias. Na pressa de condenar o Ocidente, esquecemo-nos de aceitar as lições que nos chegam desse outro lado do mundo.
Foi então que me chegou às mãos um texto de um escritor camaronês, Patrice Nganang, intitulado: " E se Obama fosse camaronês?". As questões que o meu colega dos Camarões levantava sugeriram-me perguntas diversas, formuladas agora em redor da seguinte hipótese: e se Obama fosse africano e concorresse à presidência num país africano? São estas perguntas que gostaria de explorar neste texto.
E se Obama fosse africano e candidato a uma presidência africana?
1. Se Obama fosse africano, um seu concorrente (um qualquer George Bush das Áfricas) inventaria mudanças na Constituição para prolongar o seu mandato para além do previsto. E o nosso Obama teria que esperar mais uns anos para voltar a candidatar-se. A espera poderia ser longa, se tomarmos em conta a permanência de um mesmo presidente no poder em África. Uns 41 anos no Gabão, 39 na Líbia, 28 no Zimbabwe, 28 na Guiné Equatorial, 28 em Angola, 27 no Egipto, 26 nos Camarões. E por aí fora, perfazendo uma quinzena de presidentes que governam há mais de 20 anos consecutivos no continente. Mugabe terá 90 anos quando terminar o mandato para o qual se impôs acima do veredicto popular.
2. Se Obama fosse africano, o mais provável era que, sendo um candidato do partido da oposição, não teria espaço para fazer campanha. Far-Ihe-iam como, por exemplo, no Zimbabwe ou nos Camarões: seria agredido fisicamente, seria preso consecutivamente, ser-Ihe-ia retirado o passaporte. Os Bushs de África não toleram opositores, não toleram a democracia.
3. Se Obama fosse africano, não seria sequer elegível em grande parte dos países porque as elites no poder inventaram leis restritivas que fecham as portas da presidência a filhos de estrangeiros e a descendentes de imigrantes. O nacionalista zambiano Kenneth Kaunda está sendo questionado, no seu próprio país, como filho de malawianos. Convenientemente "descobriram" que o homem que conduziu a Zâmbia à independência e governou por mais de 25 anos era, afinal, filho de malawianos e durante todo esse tempo tinha governado 'ilegalmente". Preso por alegadas intenções golpistas, o nosso Kenneth Kaunda (que dá nome a uma das mais nobres avenidas de Maputo) será interdito de fazer política e assim, o regime vigente, se verá livre de um opositor.
4. Sejamos claros: Obama é negro nos Estados Unidos. Em África ele é mulato. Se Obama fosse africano, veria a sua raça atirada contra o seu próprio rosto. Não que a cor da pele fosse importante para os povos que esperam ver nos seus líderes competência e trabalho sério. Mas as elites predadoras fariam campanha contra alguém que designariam por um "não autêntico africano". O mesmo irmão negro que hoje é saudado como novo Presidente americano seria vilipendiado em casa como sendo representante dos "outros", dos de outra raça, de outra bandeira (ou de nenhuma bandeira?).
5. Se fosse africano, o nosso "irmão" teria que dar muita explicação aos moralistas de serviço quando pensasse em incluir no discurso de agradecimento o apoio que recebeu dos homossexuais. Pecado mortal para os advogados da chamada "pureza africana". Para estes moralistas – tantas vezes no poder, tantas vezes com poder - a homossexualidade é um inaceitável vício mortal que é exterior a África e aos africanos.
6. Se ganhasse as eleições, Obama teria provavelmente que sentar-se à mesa de negociações e partilhar o poder com o derrotado, num processo negocial degradante que mostra que, em certos países africanos, o perdedor pode negociar aquilo que parece sagrado - a vontade do povo expressa nos votos. Nesta altura, estaria Barack Obama sentado numa mesa com um qualquer Bush em infinitas rondas negociais com mediadores africanos que nos ensinam que nos devemos contentar com as migalhas dos processos eleitorais que não correm a favor dos ditadores.Inconclusivas conclusões
Fique claro: existem excepções neste quadro generalista. Sabemos todos de que excepções estamos falando e nós mesmos moçambicanos, fomos capazes de construir uma dessas condições à parte.
Fique igualmente claro: todos estes entraves a um Obama africano não seriam impostos pelo povo, mas pelos donos do poder, por elites que fazem da governação fonte de enriquecimento sem escrúpulos.A verdade é que Obama não é africano. A verdade é que os africanos - as pessoas simples e os trabalhadores anónimos - festejaram com toda a alma a vitória americana de Obama. Mas não creio que os ditadores e corruptos de África tenham o direito de se fazerem convidados para esta festa.
Porque a alegria que milhões de africanos experimentaram no dia 5 de Novembro nascia de eles investirem em Obama exactamente o oposto daquilo que conheciam da sua experiência com os seus próprios dirigentes. Por muito que nos custe admitir, apenas uma minoria de estados africanos conhecem ou conheceram dirigentes preocupados com o bem público.
No mesmo dia em que Obama confirmava a condição de vencedor, os noticiários internacionais abarrotavam de notícias terríveis sobre África. No mesmo dia da vitória da maioria norte-americana, África continuava sendo derrotada por guerras, má gestão, ambição desmesurada de políticos gananciosos. Depois de terem morto a democracia, esses políticos estão matando a própria política. Resta a guerra, em alguns casos. Outros, a desistência e o cinismo.
Só há um modo verdadeiro de celebrar Obama nos países africanos: é lutar para que mais bandeiras de esperança possam nascer aqui, no nosso continente. É lutar para que Obamas africanos possam também vencer. E nós, africanos de todas as etnias e raças, vencermos com esses Obamas e celebrarmos em nossa casa aquilo que agora festejamos em casa alheia.
Cedido por Sandra Quiroz
http://quirozpo.blogspot.com
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Quinta-feira, Novembro 13, 2008
Ecos da Nicaragua - parte 3
Sr. Roberto Rivas
Presidente del Consejo Supremo Electoral
Sres. Magistrados del Consejo Supremo Electoral
Como ciudadana Nicaragüense y Diputada ante la Asamblea nacional exijo que Ud. cumpla con la Constitución y que cumpla, como corresponde, con las funciones establecidas en la Ley electoral.
COMO CIUDADANA EXIJO RECUENTO LEGAL, HONRADO Y TRANSPARENTE DE LOS RESULTADOS 2008.
Hasta el momento su autoridad ha estado brindando las informaciones sobre resultados electorales municipales sin atenerse a lo que dice la Ley y las normativas emitidas por le Consejo.
El Consejo Supremo electoral está OBLIGADO A BRINDAR DATOS de RESULTADOS EN BASE A NUMEROS ABSOLUTOS, y no solo exponer resultados porcentuales. Esta es una garantía para que los ciudadanos podamos controlar la veracidad de los resultados anunciados. La mayoría de los nicaragüenses se están informando en base a sus reportes verbales y en ellos usted no dice cuantos votos obtuvo cada fuerza política.
Además Ud. Esta OCULTANDO INFORMACION VITAL, no sabemos con que propósitos, no solo porque no ha brindado números absolutos en sus comparecencias, sino porque la pagina WEB del CSE ofrece información también incompleta. En todos los ejercicios anteriores los ciudadanos podíamos estar viendo en la página electrónica los datos que se iban acumulando, con los mismos reseñas de las Actas de Escrutinio y ahora esta información se ha ocultado.
De acuerdo a la Ley Electoral, Arto. 19, Inciso A, numerales 8 y 9; Inciso B numerales 8, 9, 10, es obligación de los Consejos “realizar la revisión de la suma aritmética de los votos de las actas de escrutinio de las Juntas Receptoras de Votos de su circunscripción. Esta revisión aritmética esta claramente establecida en los Manuales del CSE y obliga a todas las instancias a decir con claridad:
1. Cuantos nicaragüenses concurren a las urnas en cada una de las Juntas Receptoras de votos.
2. Cuantos ciudadanos registrados en cada Junta no concurrieron, es decir los que se abstuvieron de votar.
3. Cuántos ciudadanos ejercieron su derecho a votar
4. Cuantas boletas usadas fueron registradas como VOTO NULO, debido a que los ciudadanos marcaron varias casillas, o escribieron un mensaje, o no marcaron ninguna casilla.
5. Cuantos Boletas registraron votos validos en cada JRV
6. De los votos validos cuantos votos obtuvo cada partido oficialmente involucrado en la contienda.
7. El CONSOLIDADO MUNICIPAL también debe de registrar los datos antes mencionados y en los REPORTES el CSE debe decir estos datos, no estar dando porcentajes, los cuales se estimaran al final de todo el ejercicio.
8. De acuerdo a los MANUALES DEL CSE los datos oficiales solo se brindan después de haber pasado una verificación aritmética. Cito EL MANUAL
“Los funcionarios deben verificar los siguiente:
l Que la Suma de los Votos válidos por Organización Política coincida con el Total de Votos Válidos reflejados en el Acta.
l Que la Suma de los Votos Válidos por Organización Política, más la Suma de Votos
l Nulos, coincida con el Total de Votos Depositados.
l Que el número de Votos Depositados sea igual al número de Boletas Usadas.
l Que las Boletas Usadas más las Boletas no Usadas coincidan con el número de Boletas Recibidas.”
Manual para el funcionamiento del Centros Municipal de Cómputos, de la dirección general de Asuntos electorales. El presente Manual es una guía técnica metodológica para el funcionamiento del Centro Municipal de Cómputo elaborada por la Dirección General de Asuntos Electorales, que contiene la estructura, funciones y procedimientos a realizar en cada una de las áreas.
El Ocultamiento de la información unida a todas las anomalías registradas en diferentes Juntas Receptoras de votos, para estas elecciones municipales 2008 nos conduce a DESCONFIAR de los resultados que Ud. está brindando. Los vacíos informativos dan pie a que sospechemos se están violentando los resultados reales obtenidos. Queremos saber cuantos votantes asistieron y cuantos votos nulos se registraron. La poca transparencia NO OFRECE GARANTIA de Comicios limpios.
Como ciudadana DEMANDO que de inmediato se coloquen los resultados parciales electrónicamente, y que se incluyan todos los datos, tal y como se registran en el ACTA DE ESCRUTINIO. Requerimos información de cada Junta Receptora de Votos. Tengo información de que en algunas JRV no colocaron el acta sino un cuadro resumen en donde solo aparecen los votos de cada organización. Adjunto un acta de las elecciones del 2006.
Igualmente los ciudadanos debemos tener acceso a los consolidados en la misma forma en que se nos entregaron el año 2004. Adjunto un ejemplo de consolidado de elecciones municipales 2004.
Un Procesos electorales limpio y transparente, es una conquista básica de la democracia nicaragüense. Si los nicaragüenses perdemos confianza en que con nuestros votos podemos escoger autoridades, o rechazar a algunos candidatos propuestos se pone en peligro un fundamento de la libertad, la paz y tranquilidad en nuestro país.
Atentamente,
Mónica Baltodano
LA CAMARA DE COMERCIO DE NICARAGUA preocupada por el rumbo que ha tomado el proceso electoral municipal Y LA SITUACIÓN DE INCERTIDUMBRE EN LA QUE SE ENCUENTRA el país:
1. SOLICITA AL CONSEJO SUPREMO ELECTORAL QUE A LA BREVEDAD SE COTEJEN LAS ACTAS DE ESCRUTINIO EN PODER DE LOS PARTIDOS POLITICOS EN UN PROCESO TRANSPARENTE, Y ANTE ORGANISMOS DE OBSERVACION NACIONAL E INTERNACIONAL.
2. CONDENAMOS TODAS LAS ANOMALIAS DEL PROCESO ELECTORAL DESDE SU APERTURA.
3. EXHORTAMOS A LA CIUDADANIA EN GENERAL A MANTENER LA CALMA Y LA TRANQUILIDAD Y A LA A LA POLICIA NACIONAL A ASEGURAR EL ORDEN EN TODOS LOS MUNICIPOS DEL PAIS.
4. NOS UNIMOS A LA CONFERENCIA EPISCOPAL Y AL LLAMADO EXPRESADO EN SU COMUNICADO DEL DÍA DE HOY MARTES.
Managua, 11 de Noviembre del 2008
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Ecos da Nicaragua - parte 2
El Secretario General de la OEA José Miguel Insulza, expreso también hoy su preocupación por la situación en Nicaragua e hizo un llamado a resolver las diferencias en el marco de la Carta Democrática Interamericana (http://www-ni.laprensa.com.ni/archivo/2008/noviembre/11/elecciones/noticias/294504.shtml).
Para profundizar en las dos perspectivas existentes sobre los resultados electorales,ustedes pueden consultar las siguientes noticias:
Una visión crítica:
En Centro de Cómputos se les perdió todo pudor. http://www.elnuevodiario.com.ni/nacionales/32058
Violencia electoral en Madriz y Nueva Segovia. http://www.elnuevodiario.com.ni/nacionales/32095
Incidentes electorales en Matagalpa. http://www.elnuevodiario.com.ni/nacionales/32098
Etica y Transparencia: “Las elecciones menos transparentes”.
http://www.elnuevodiario.com.ni/nacionales/32072
Votos secuestrados. http://www.elnuevodiario.com.ni/nacionales/32032
Estallan nuevos disturbios en capital nicaragüense tras comicios municipales (http://www.elnuevodiario.com.ni/nacionales/32192)
No más violencia y contar voto a voto. Comentarios del Departamento de Estado ratificados por Embajada en Nicaragua (http://www.elnuevodiario.com.ni/nacionales/32155)
Intercambio de balazos. Rechazan toma de casa “Vamos con Eduardo”. (http://www.elnuevodiario.com.ni/nacionales/32114)
Una visión favorable:
Observadores internacionales: No hay fraude. Felicitan a pueblo nicaragüense por su democracia. http://www.elpueblopresidente.com/ACTUALIDAD/091108_fraudedemocracia.html
Poder Ciudadano con más de 90 alcaldías. FSLN siempre en primer lugar. http://www.elpueblopresidente.com/PODER-CIUDADANO/101108_puebloapoyo.html
Sandinismo arrasa en elecciones. http://www.multinoticias.tv/index.php?option=com_content&task=view&id=1619&Itemid=18
La «rata» intenta probar fraude con 2 de más de 2,200 actas. http://www.radiolaprimerisima.com/noticias/general/41460
Por fanáticos del PLC azuzados por Montealegre. Cobardes ataques de hordas PLC . http://www.elpueblopresidente.com/ACTUALIDAD/3162.html
Insulza «preocupado» por comicios, aboga por observación pero olvida acción de 1996. http://www.radiolaprimerisima.com/noticias/general/41436
Obispos se parcializan y piden nuevo recuento de votación. http://www.radiolaprimerisima.com/noticias/general/41462
Derecha ensaya en Nicaragua planes para Venezuela, advierte analista. http://www.multinoticias.tv/index.php?option=com_content&task=view&id=1621&Itemid=18
Roberto Stuart Almendárez
Managua, Nicaragua
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Ecos da Nicaragua - parte 1
Que mejor que el cierre de las elecciones municipales de este país para celebrar el reencuentro. Tenemos como invitados a los votantes de los dos principales partidos del país, el FSLN (actualmente en el gobierno) y el PLC, liándose a pedradas unos con otros para demostrar quien lleva la democracia más dentro (tan dentro alguno que ya se le perdió entre los pliegues de la camisa). Los más fervientes devotos también pegaron algún que otro tiro en ofrenda a sus ídolos, ahora andan contando por las calles y hospitales para ver si la ofrenda fue completa o sólo llevaba un poco de sangre.
Pero no penséis que esta exaltación de la amistad es solo fruto de tan magnífico día. Las muestras de cariño han venido dándose desde antes que mis desgastadas chanclas pisasen suelo nica. Unas veces eran unas puñaladas de cariño directas al pulmón, para dejarte sin aliento con un gesto tan elocuente. Otras eran simples salvas de piedras como quien tira flores al pasar la carroza. En todas y cada una de las rotondas de la capital podíamos encontrarnos personas (aunque yo dudo ya que lo fuesen, no es humano) que, tras haber ingerido lo menos 48 horas continuadas de los osos amorosos, se vestían con camisetas rosadas con el lema “el amor es más fuerte que el odio” y, agitando banderas nacionales, llamaban a la paz. Mmmmm, grotesco, esa es la palabra.
Y voy a cargar contra los sandinistas del FSLN. ¿Qué por qué no contra los liberales del PLC?, sencillo, no me desilusionan. Y no lo hacen porque yo no tengo ninguna ilusión en un partido político de esas tendencias, ya se a que huelen y ese olor no me gusta. Pero amigo, el FSLN fue en su época el abanderado de una revolución que ilusionó a mucha gente que aspiraba a una sociedad más justa y a muchos otros que, simplemente, aspiraban a vivir. Es por ello que mirar lo que es el Frente ahora y lo que significó en su día sólo puede expresarse con lágrimas de rabia.
Dicen que el poder corrompe y debe hacerlo muy bien porque los niveles en los que se mueve la política de este país son tan bajos que hay que escarbar en la mierda para encontrarlos. Los hechos que se suceden días tras días parecen formar parte de una mala obra de teatro, con un guión absurdo en donde los actores son meros peleles moviéndose de un lado a otro. Surrealista las acciones de un gobierno supuestamente de izquierdas que se dedica a reprimir a todo el que no piensa como él, a ilegalizar el aborto terapéutico condenando a miles de mujeres a la muerte, a quitarse de en medio partidos políticos que pudiesen ponerle en aprietos (entre los que se encuentra el MRS, formado por los intelectuales e ideólogos de la revolución sandinista original que, viendo en lo que se convertía el FSLN, decidieron escindirse), a callar la boca a las ONG, a negar la presencia de observadores internacionales en las elecciones… y esto no son más que unos pocos ejemplos.
Pero la gente somos marionetas y pensar es un esfuerzo. Es más cómodo aferrarse a unos colores, a unas siglas y una bandera, y ser capaz de matar por ella, signifique lo que signifique. Hace tiempo que me cansé de grandes figuras con grandes ideales. Tan grandes que suenan abstractos, la gente no los entiende.
Un abrazo a todos.
Pablo
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Quarta-feira, Novembro 12, 2008
Cadê a novidade?
A brasileira Melanie Nunes Fronckowiak conquistou nesta quarta-feira o prémio de “Bumbum mais bonito do Mundo”, em competiçao disputada em Paris, no “Club Quartier Latin”.
Quarenta e cinco finalistas de 26 países participaram na disputa, em que a vencedora, de 20 anos, ganhou um contrato de modelo e um prémio de 15 mil euros.
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Miriam Makeba - The Click Song
Morreu a "Mamã África" no último Domingo à noite, em Itália. Rest in Peace, Mamma! We'll always remember you!
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Segunda-feira, Novembro 10, 2008
Morreu a cantora sul-africana Miriam Makeba
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Sexta-feira, Novembro 07, 2008
Les Luthiers - Se destetó teté + República de Banania
Carente de humor inteligente (ou será que existe humor sem ser inteligente?), recorro uma vez mais aos geniais argentinos "Les Luthiers "... que nos dao uma liçao sobre uma tal de "República de Banania"... Soa a algo conhecido?
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Vasco
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Quarta-feira, Novembro 05, 2008
Obama: o discurso de vitória

Público
05.11.2008 - 20h24
Tradução de Mª João Batalha Reis
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Terça-feira, Novembro 04, 2008
A Vida "sao" 2 dias... e a campanha eleitoral em Moçambique "sao" 15!
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AINDA BAR
ABRE BREVEMENTE
Em Lisboa, Madrid, Barcelona, Paris, Londres, Amesterdão, Bruxelas, Berlim, Praga, Budapeste, Moscovo, Nova Iorque, Miami, Cidade do México, São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Sidney, Hong-Kong, Macau, Beijing, Kuala Lumpur, Banguecoque, Dubai, Maputo, Cidade do Cabo, Joanesburgo...
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PJ HARVEY - O Stella (feat. Brian Molko)
Drugstore & Thom Yorke - El President
R.E.M. - E-Bow the Letter (with Thom Yorke)
REM - Be Mine (feat. Thom Yorke)




