31 de março de 2009

Cinema: do Brasil a Espanha, a rir e a chorar!


Deixo aqui mais umas sugestões de filmes brasileiros e espanhóis, para não variar.


O critério de selecção foi o de encontrar, em cada um destes países, um filme relativamente ligeiro, mas sobretudo com enorme sentido de humor; e, um outro mais denso e negro, que nos deixa com um sabor amargo no final.

As escolhas são:



Bom cinema!

29 de março de 2009

É Verdade!

Eu sei que é Domingo... que o pessoal está de ressaca pela noite anterior... mas vamos lá mas é mexer!

Toca a ouvir TERRAKOTA: "É VERDADE" 2007 feat ikonoklasta/Conductor

Caso Freeport

José Sócrates, Primeiro-Ministro de Portugal


Se quiserem ter acesso à suposta gravação de Charles Smith no famoso DVD, cliquem aqui.


Se quiserem ter acesso a mais uma veemente (coitado... aprendeu a palavra "veemência"...) declaração do Sr. Primeiro-Ministro, cliquem aqui para ler a nota de imprensa.


Se não perceberam nada, então cliquem aqui, para acederem ao dossier especial do jornal Público.

28 de março de 2009

Adriana Calcanhotto... em Maputo

A Adriana Calcanhoto esteve mais uma vez a actuar em Maputo. Não estive eu desta vez. Estou demasiado longe, tal como estou da Mulher que faz agora 1 ano entrou na minha Vida. Mais uma? Estranha coincidência esta em que as mulheres mais importantes da minha vida me fazem ter esta proximidade com a Adriana Calcanhoto. Uma, há 11 anos fez-me descobrir a sua música; outra, no primeiro fim-de-semana que passámos juntos, fez-me tomar um café e comer uma queijada típica ao lado da cantora, numa pastelaria de Sintra; e, outra ainda, há 2 anos, depois de um concerto em Maputo, foi com quem passei a noite de São Valentim mais mágica da minha vida... Ontem, mesmo na ausência, a Adriana esteve presente na minha vida... por lembrar-me que mesmo distante e ausente o Amor não se esgota nunca...

21 de março de 2009

O Papa-preservativos

Cartoon de António. Ver no jornal Expresso

Dia Mundial do Sono

Portugueses são os que dormem pior por causa da crise

Já são quatro da manhã e você ainda não conseguiu pregar olho. Levanta-se da cama e, sentado/a frente ao computador ou à televisão sintonizada num qualquer canal - ou talvez até com um livro na mão mas que não está a ler -, remói mais uma vez na sua cabeça as mesmas ideias negras: será que vai conseguir pagar a prestação da casa? Será que você ou o seu cônjuge - ou ambos - vão perder o emprego? E as despesas do carro? E as facturas? E a comida? E a escola dos miúdos? Há vários meses que dorme mesmo mal por causa disto tudo. E, quando acorda, de manhã, sente um cansaço tal que não lhe apetece fazer nada.


Um cenário como este poderá estar a tornar-se comum nos lares portugueses, segundo revela um inquérito feito entre finais de Janeiro e inícios de Fevereiro, que é hoje divulgado por ocasião do Dia Mundial do Sono e a que o PÚBLICO teve acesso. Realizado online pela empresa britânica YouGov junto de 6694 pessoas maiores de 18 anos, em sete países (Reino Unido, França, Alemanha, Portugal, Polónia, República Checa e Hungria), foi encomendado pelos laboratórios farmacêuticos Lundbeck para tentar perceber o impacto das alterações do sono na Europa. E, devido ao contexto actual, uma das perguntas colocadas foi precisamente a de saber se o clima económico actual tinha afectado o sono dos inquiridos.


"Trata-se de um estudo interessante, mas com limitações metodológicas", diz Marta Gonçalves, psiquiatra, investigadora e presidente da Associação Portuguesa de Sono, pelo telefone. "O facto de ser on-line pode fazer com que à partida se esteja a comparar grupos diferentes. Quem tem acesso à Internet em Portugal não é comparável com quem tem acesso em França, o que pode conduzir ao enviesamento das amostras."


Mais depressivos?


Em Portugal, onde 500 pessoas participaram no inquérito, os resultados sugerem que, para além de os portugueses serem, a seguir aos polacos, os que pior têm dormido nos últimos 12 meses - quase 75 por cento admitem-no -, o sono dos adultos portugueses terá sido o mais afectado pela crise: 42 por cento dizem que a qualidade do seu sono se deteriorou devido à economia. Nos outros países, essa proporção oscila entre 18 e 25 por cento (à excepção da Hungria, onde atinge os 33 por cento).


Nas consultas de insónia, "a temática da crise é uma constante", faz notar Marta Gonçalves. "Mas isso é apenas uma impressão clínica." Quanto a saber por que os portugueses são os que mais perdem o sono por causa da economia, uma explicação possível - mas não a única - poderá ser que "reagem de forma mais depressiva ou mais angustiada à crise".


A falta de sono acumulada pode afectar muito negativamente a vida das pessoas e das suas famílias, aumentando o risco face a diversas patologias (doenças cardiovasculares, diminuição da imunidade, diabetes de tipo 2, etc.) e provocando coisas como irritabilidade, diminuição do desempenho no trabalho, falta de concentração, esquecimento, baixos níveis de energia, cansaço, sonolência durante o dia. Um dos mais graves problemas potenciais é, aliás, o facto de as pessoas poderem adormecer ao volante do seu carro, fazendo aumentar a sinistralidade rodoviária. No caso português, algumas dessas consequências surgem nos resultados do inquérito: 87 por cento das mulheres dizem sofrer de cansaço e falta de energia por falta de sono reparador e 49 por cento dos adultos de ambos os sexos também se queixam de que esquecem coisas.


Do lado das soluções adoptadas para tentar ultrapassar os problemas de sono, elas vão da medicação (seis por cento dos britânicos, oito por cento dos polacos, cinco por cento dos checos e sete por cento dos húngaros) aos chás de ervas e medicamentos que não exigem receita (31 por cento dos checos), passando pelo consumo de álcool. Um britânico em cada sete (14 por cento), por exemplo, diz já ter recorrido a bebidas alcoólicas para conciliar o sono - e o mesmo acontece com dez por cento dos alemães. Por seu lado, 44 por cento dos portugueses declaram que alteraram aspectos do seu estilo de vida para tentar melhorar a qualidade do sono - tal como 46 por cento dos polacos, 36 por cento dos franceses e 50 por cento dos húngaros. Marta Gonçalves acredita, mais uma vez, que a amostragem possa não ser representativa da realidade de alguns destes países.


Rita Redshoes... Sim, outra vez!

Uma entrevista com Ela...

Rita Redshoes - Choose Love

Estava com saudades de A ver e de A ouvir...

Che, el Argentino

Goste-se ou nao da personagem. Para uns, será sempre um herói do século XX, que lutou na defesa de uma ideia de justiça e de igualdade. Para outros, um louco ou um assassino. Importa mesmo é ver este filme que mostra a sua (porque baseada nos seus diários) versao dos acontecimentos até à capitulaçao do regime de Baptista em Cuba, enfim a tomada da Sierra Maestra até à partida para Havana. A segunda parte do filme mostra o seu percurso na Bolívia, como tentativa de alastrar a Revoluçao a toda a América Latina, e que, inevitavelmente, o conduz à morte...

Obama fala ao Povo do Irão


"Procuramos um compromisso que seja honesto e fundado no respeito mútuo"




Na mensagem enviada hoje em vídeo aos líderes a ao povo do Irão, e cujo texto divulgamos integralmente em baixo, Barack Obama aproveita o Ano Novo iraniano para apelar a uma mudança nas relações entre os dois países.




“Quero saudar hoje todos os que estão a celebrar o Nowruz [ano novo iraniano] em todo o mundo. Este feriado é não só um ritual como um momento de renovação, e espero que desfrutem esta época do ano com os amigos e a família. Gostaria em particular de falar directamente ao povo e aos líderes da República Islâmica do Irão. O Nowruz é apenas uma parte da vossa grande e reconhecida cultura. Durante séculos, a vossa arte, a vossa música, a literatura e a inovação fizeram do mundo um lugar melhor e mais bonito.




Aqui, nos Estados Unidos, os contributos dos americanos iranianos engrandeceram as nossas comunidades. Sabemos que são uma grande civilização e as vossas realizações merecem o respeito dos Estados Unidos e do mundo. Há quase três décadas que as relações entre as nossas nações são tensas. Mas esta festa recorda-nos a humanidade que nos é comum e que nos une. Na verdade, vão celebrar o vosso Ano Novo da mesma maneira que nós americanos festejamos os nossos feriados – visitando os amigos e a família, trocando prendas e notícias, e olhando para o futuro com um renovado sentido de esperança.




Nestas celebrações repousa a promessa de um novo dia, a promessa de novas oportunidades para os nossos filhos, de segurança das nossas famílias, do progresso das nossas comunidades e da paz entre as nações. São esperanças partilhadas, são sonhos comuns. Por isso, nesta estação de novos começos, gostaria de me dirigir claramente aos líderes iranianos. Temos sérias diferenças que cresceram com o tempo.




A minha Administração está comprometida com uma diplomacia dirigida a todo o leque de assuntos que enfrentamos, e aspira à criação de laços construtivos entre os Estados Unidos, o Irão e a comunidade internacional. Este processo não pode avançar com ameaças. Em vez disso procuramos um compromisso que seja honesto e fundado no respeito mútuo. Vocês também têm uma escolha. Os Estados Unidos querem que a República Islâmica do Irão ocupe o seu devido lugar na comunidade das nações. Têm esse direito – mas ele implica responsabilidades reias, e esse lugar não pode ser conseguido através do terror ou das armas, mas antes através de acções pacíficas que demonstrem a verdadeira grandeza do povo e da civilização iranianos. E a medida dessa grandiosidade não é a capacidade de destruir, é a vossa provada capacidade de construir e criar.




Por isso, por ocasião do vosso Ano Novo, desejo que vocês, o povo e os líderes do Irão, compreendam o futuro que procuramos. É um futuro com renovadas trocas entre os nossos povos e maiores oportunidades de parceria e comércio. Um futuro em que a velhas divisões são ultrapassadas, onde vocês, os vossos vizinhos e o mundo em geral possam viver em maior segurança e paz.




Sei que isso não será fácil de alcançar.




Há os que insistem em dizer que somos definidos pelas nossas diferenças.




Mas deixem-me lembrar-vos as palavras do poeta Saadi, há muitos anos atrás: “Os filhos de Adão são irmãos uns dos outros, pois foram criados de uma só essência.” Com a chegada da nova época lembramo-nos desta preciosa humanidade que todos partilhamos. E podemos uma vez mais apelar para este espírito ao procurarmos a promessa de um novo começo.




Obrigado e Eid-eh Shoma Mobarak [Feliz ano novo].





PÚBLICO

11 de março de 2009

Agenda Cultural da Cidade de Maputo

Agenda cultural da semana - Cidade de Maputo
11 – 15 de Março
Quarta-Feira, 11 de Março
Exposição. 16:30h. Mulher, rostos de vida. Escola portuguesa.
Concerto de Jazz. 19:30h. Malhangalene Jazz Quarteto. Waterfront.
Concerto. 22:30h. Mbilo. Gil Vicente.

Quinta-Feira, 12 de Março
Exposição de fotografia. 18h. A preto e branco. Até 22/03. Associação Moçambicana de Fotografia
Franco festa (para convidados). 18h. Pratos senegaleses, moçambicanos e franceses. CCFM
Cinema LAMBDA. 18:30h. Priscila – Rainha do deserto. Cinema Scala
Concerto de Jazz. 21:30h. Bantú Quintento. Tributo a Charlie Parker. Rua D´Arte
Concerto de Reggae. 22:30h. Black Roots. Gil Vicente.

Sexta-Feira, 13 de Março
Concerto latino. 19:30h. Os Carolas. Waterfront.
Concerto de Panza ‘Ragga’ Marrabenta. 20:30h. Liloca. 150 MT. CCFM
Concerto. 22:30h. Chico António. Gil Vicente.
Concerto de Reggae. 22:30h. Ras Hitrim. Rua d´Arte.

Sábado, 14 de Março
Torneio francófono de futebol. 8h. Escola Francesa de Maputo
Caravana do livro. 10-14h. Livros usados a preço acessível. Bagamoyo.
Feira do Piri piri. 16:30h.Gastronomia, Artesanato, Cinema. Rua d´Arte
Teatro. 18h. Companhia Gungu. Teatro Matchedje
Noite Moçambicana. 19:30h. Gabriel Chiau Quinteto. Waterfront.
Festas dos anos 60. 21:45h. Flower Power. Rua D´Arte
Jam Session. 22:30h. Gil Vicente.

Domingo, 15 de Março
Teatro. 18h. Companhia Gungu. Teatro Matchedje
Concerto do Núcleo de Arte. 19h. 50 MT
Também…
Exposição de plantas. Expoflora. CCBM
Exposição fotográfica. O ladrão de sombras de Saïdou Dicko (Burkina Fasso). Até 21/03. CCFM
Exposição As plantas na primeira globalização. Até 14 de Março. Instituto Camões.
Exposição de artes plásticas. Até 14 de Março. 10h- 17h. Instituto Camões.

Alejandro de los Santos Pérez
Gestor Cultural
Embajada de España en Mozambique (Maputo)
Tel.: (00258) 21492025/27/30
Fax. (258) 21494769/2055

2 de março de 2009

MOSTRALÍNGUA - CINEMA EM LÍNGUA PORTUGUESA

O Cineclube Komba Kanema convida:
Sessão de Abertura da 1ª Extensão Maputo da
MostraLíngua - Mostra Internacional de Cinema em Língua Portuguesa,

no próximo dia 6 de Março, sexta-feira, pelas 18.oo horas, no Cinema Scala.