25 de março de 2010

Maria de Medeiros no Auditori de Barcelona



El 2007, amb el disc "A little more blue", varem descobrir una nova faceta de l'actriu i directora portuguesa María de Medeiros. El talent interpretatiu que havia demostrat a nombroses produccions teatrals i cinematogràfiques -"Pulp Fiction", "Henry & June", "Huevos de Oro", "Airbag"...- es va posar al servei de la música per retre un sentit homenatge a artistes brasilers com Chico Buarque, Caetano Veloso i Gilberto Gil, que van fer front a la dictadura militar del seu país a base de geni poètic i esperit de resistència. Gràcies a aquest disc debut, Medeiros va viatjar per Europa, Sud-Amèrica i Àfrica liderant un esplèndid trio de jazz i va poder col•laborar amb músics dels països visitats i descobrir nous repertoris. D'aquestes trobades ha nascut el segon disc de la cantant, "Penínsulas & Continentes", un viatge musical que ens fa evidents els intercanvis i lligams que hi ha hagut al llarg de la història entre els tres continents. Aquest treball demostra com la distància entre el poema d'un trobador medieval, un lament angoleny en kimbundo i una cançó del genial poeta xilè Víctor Jara no és tan abismal com pot semblar a primera vista.


Maria de Medeiros

Penínsulas y Continentes

L'Auditori Moderna
Cicle: Temporada Moderna 09-10
Sala: Sala 2 Oriol Martorell

Intèrprets

    Maria de Medeiros, veu
    Manuel Martinez del Fresno, violoncel
    Pascal Salmon, piano
    Ricardo Feijoo, baix elèctric
    Edmundo Carneiro, percussió

    www.mariademedeiros.net

O estranho mundo das relações amorosas...

























23 de março de 2010

Uma página obrigatória:

Climate Crisis

O Serviço Nacional de Saúde face a outros modelos... pelo economista Jorge Simões


EUA - Milhões de americanos com seguro de saúde

"Se partir uma perna vou à falência ou tenho de vender a casa." Este argumento repete-se vezes sem conta entre os americanos não cobertos por um seguro de saúde. E, acredite, eles não estão a exagerar. No UC Davis Medical Center, um hospital privado da Califórnia, o banal tratamento a uma perna partida chega facilmente aos 11 mil dólares (mais de 8 mil euros). Mesmo sendo um dos países da OCDE que mais gastam em saúde, 15,2% do PIB, os Estados Unidos têm um sistema que, também por ter excluído mais de 46 milhões de pessoas, fracassou. Jorge Simões, professor de Economia da Saúde da Universidade de Aveiro, antevê o efeito de algumas alterações introduzidas por Obama no sistema de saúde americano. "Pela primeira vez, milhões de americanos que não têm cobertura de cuidados de saúde passarão a ter um seguro. A universalidade - um dado adquirido nos sistemas europeus do pós-guerra - não é nada consensual nos EUA, um país que valoriza a iniciativa individual." Assim se justifica a polémica em torno de uma reforma que "prevê um maior envolvimento do Estado no pagamento das facturas dos cuidados de saúde, já que 95% dos cidadãos passarão a ter seguro", explica o professor. Menos comentada, mas fundamental, é a resolução do problema de milhões de norte-americanos que têm seguros limitados. "Estas pessoas, que não são apanhadas pelas estatísticas, têm seguros que cobrem determinadas patologias mas não cobrem transplantes ou doenças crónicas." A universalidade - e consequente aumento da presença do Estado - é a marca de um sistema reformado. "Representa um passo em frente na prestação de cuidados de saúde", constata.

Reino Unido - Um SNS tão sagrado como a religião

A propósito da discussão da reforma da saúde nos Estados Unidos, os opositores do projecto (principalmente republicanos) não hesitaram em acenar com o fantasma do National Health System (sistema nacional de saúde inglês). Porquê? Para mostrarem o lado “demoníaco” ou “orwelliano” da reforma de Obama. “Tal como em Portugal, o sistema nacional de saúde inglês é muito criticado pelas listas de espera e apresenta graus de satisfação dos cidadãos relativamente baixos”, afirma Jorge Simões.
À conta destes problemas, e a poucos meses de eleições gerais, os dois grandes partidos britânicos voltaram a pôr o NHS no centro do debate político. Mas, como um dia escreveu um antigo chanceler do Tesouro, o conservador Nigel Lawson, “o NHS é a coisa mais próxima que os ingleses têm de uma religião”. “Apesar das críticas, é um sistema que nenhum partido ou nenhum cidadão pretende mudar de forma substancial”, atesta o especialista da Universidade de Aveiro. Mas afinal qual é o modelo britânico? “É um modelo que assenta num serviço nacional de saúde no qual o Estado assume um papel predominante: quer no financiamento e pagamento dos cuidados de saúde, quer na prestação dos mesmos através de uma rede de centros e hospitais.” De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 8,4% do produto interno bruto do Reino Unido estão alocados a despesas de saúde. O financiamento, esse, é obtido através de impostos sobre o rendimento. Soa a familiar? “O modelo britânico influenciou vários serviços nacionais de saúde na Europa, incluindo o português”, conclui Jorge Simões.

Portugal - O país da OCDE que tem feito mais experiências

Inscrito na Constituição, o ADN do sistema português garante cuidados universais, gerais e tendencialmente gratuitos. Inspirado no modelo inglês, confere ao Estado a responsabilidade de financiar e prestar os cuidados de que a população necessita. Trinta anos depois da criação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), as estatísticas mostram que foram conseguidos ganhos em vários indicadores de saúde. Mas, tal como o modelo inglês que lhe serviu de inspiração, tem pontos fracos, sublinha Jorge Simões – “as listas de espera” e o elevado peso das despesas com saúde que saem directamente dos bolsos dos doentes (23% do total, metade dos quais em medicamentos). Nos últimos anos, no entanto, o SNS tem sido um verdadeiro “laboratório de experiências”, refere. “É o país da OCDE onde mais alterações têm ocorrido. Não há nenhum aspecto que não tenha sido tocado por reformas: do modelo hospitalar aos cuidados de saúde primários, dos cuidados continuados à política do medicamento e à regulação.” Paralelamente, se a matriz continua a ser fortemente pública, a percentagem de portugueses com seguros privados tem aumentado, assim como as unidades privadas. Funcionam como complementares. Mas, do ponto de vista do financiamento, um português paga duplamente se tiver seguro (dupla cobertura). Num sistema em mutação, a discussão sobre se este modelo é economicamente sustentável foi ensaiada na última legislatura (Correia de Campos chegou a criar novas taxas moderadoras para mostrar aos portugueses que teriam de pagar mais no futuro), mas rapidamente abandonada politicamente.



in i-Online

Humor moçambicano...




video

21 de março de 2010

Um Pai em Nascimento...




O livro certo oferecido pela pessoa esperada no momento oportuno...



Ver em:



Carla Bruni à venda...




... em foto!

Um sonho que grita por Liberdade



No âmbito das comemorações do 25 de Abril festeja-se mais um ano de liberdade. 36 Anos após várias décadas de ditadura, censura e repressão achei que seria interessante encenar esta peça. “A Casa de Bernarda Alba” de Federico Garcia Lorca, também ele vitima do sistema (fuzilado brutalmente em 1936 por uma milícia nacionalista conservadora), será neste espectáculo em particular, encenada em arena, suprimindo qualquer recurso à cenografia, gerando uma grande proximidade entre público e personagens.


Para além da particularidade acima descrita, que por si só recriará uma envolvência acrescida, pretendo personificar O GRITO DA LIBERDADE, através da morte. Para tal e para vincar este apogeu libertador, haverá um corpo artístico adicional: o Coro Audite Nova de Lisboa que demarcará a principal diferença do epílogo da peça.


Um fantástico elenco composto por grandes actrizes do nosso panorama artístico: Ângela Pinto, Manuela Cassola, Paula Guedes, Delfina Cruz, Margarida Cardeal, Catarina Gonçalves, Ana Moreira, Zamora Maria, Raquel Dias e Delfina Costa.


O objectivo desta nova encenação é dar ao público uma leitura cénica diferente e crua, expondo os sentimentos, desejos e ódios das personagens dilaceradas e reprimidas por Bernarda Alba e mexer com as emoções do público, fazendo-o sentir que aquele ambiente vivido dentro daquelas quatro paredes, não era muito diferente do vivido em Portugal durante a tirania da era ditatorial. O principal objectivo desta encenação é que o público não saia deste espectáculo com um semblante pesado. Antes pelo contrário; que saia com uma sensação de liberdade.

Localização Geográfica: Salão Nobre do Palácio da Independência, Largo de São Domingos, 11 em Lisboa (ao lado do Teatro Nacional D. Maria II).

Datas e Hora do Espectáculo: O espectáculo irá decorrer nos dias: 8, 9, 15, 16, 21, 22 e 30 de Abril de 2010 às 19h45.

Reservas/Informações: 707 234 234 | 96 670 69 61

Locais de Venda: Bilheteira de sala (limitado) Fnac, Ag. Abreu, Worten, C.C. Dolce Vita, Megarede, El Corte Inglés

www.ticketline.sapo.pt / www.joaorosaoficinasteatro.wordpress.com

Biografias das Actrizes:

Delfina Cruz estreia-se no Teatro Monumental, em 1965, na revista “Férias em Lisboa”. Participou em cerca de 30 revistas à portuguesa, comédias, dramas e espectáculos musicais, sendo na sua maioria cabeça de cartaz. Em 1968 ganha o prémio “Revelação" e em 1978 o prémio da “Nova Gente” para Melhor Actriz de Revista. Teve a sua presença em filmes como “A Derrapagem”, “Viva Zapata”, “O Crime de Simão Bolandas”, entre outros. No Teatro destaca-se a sua participação em “Vida Breve” de Bernardo Santareno e “Duas na Mão, uma a voar” de Marc Camoletti. Ao longo da sua carreira trabalhou com nomes prestigiados como: Laura Alves, António Silva, Armando Cortêz, Eunice Muñoz, Rui de Carvalho, entre outros. “Deixa-me Amar”, “Flor do Mar” e “O Bater do Teu Coração” são as suas mais recentes participações em televisão.

Paula Guedes, estreia-se em 1976 no grupo de Teatro a Barraca onde permanece durante 7 anos. Tournée internacional a Espanha, Brasil e Moçambique. Passa pelo Teatro Novo Grupo com peças : D. João VI, “ Balada do Café triste”, “O Suicidário”, entre tantas outras. No Cinema “ O BOBO”,”KILAS O mau da FITA” “Encontros Imperfeitos”, “Delfim”, etc…”Quaresma”” “PEIXE LUA”. TV – Participa em várias séries de Tv “ Os mistérios da estrada de Sintra”, “ Ferreirinha”, “ Cabaret” e Grande Noite”, entre outros tantos. Produz aos 5 anos o encontro de escritores “ LEV” na cidade de Matosinhos. A sua Paixão? “Representar”.

Manuela Cassola, frequentou o curso de teatro do Conservatório Nacional, curso que terminou com a classificação final de 18 valores, que lhe permitiu ingressar no elenco do Teatro Nacional. Ingressou depois no Teatro São Carlos onde teve intervenções dramáticas em óperas. Posteriormente passou pela companhia teatral do Chiado com vários espectáculos dirigidos por Mário Viegas e posteriormente por Juvenal Garcês. Fez televisão em novelas e séries. Nos Estados Unidos interpretou a peça “Celestina” de Fernando de Rojas, ganhando o prémio de interpretação integrada no Festival “El Ciglo de ouro Teatro Clássico Espanhol com o Teatro Ibérico.

Ângela Pinto, nascida em Pinheiro da Bemposta, em 1958, tirou o Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro do Conservatório Nacional e frequentou o Curso de Bailado Clássico no Estúdio-Escola de Anna Máscolo. Vencedora em 1985 do "Sete de Ouro" para actriz revelação - Teatro 1984, pela sua interpretação em "Fi lhos de um deus menor", já participou em mais de 40 peças de Teatro de onde se destacam "Uma Noite em Cheio", de Stephan Poliakoff, com encenação de João d'Avila, “Cenas de Luto/a” de Bruno Cochat, espectáculo de performance para a EXPO 98 e “Casa Poema”, a partir de uma ideia sua, com encenação de Hélder Gamboa. Da sua participação em televisão destaca-se a sua interpretação em “Equador”, a partir do livro de Miguel Sousa Tavares e “Podia Acabar o Mundo” de Manuel Arouca. No cinema trabalhou com realizadores como João Sodré, António Macedo e António Pedro Vasconcelos.

Margarida Cardeal, nasceu em 1974 em Lisboa. Frequentou o curso de formação de actores da Comuna e formou-se no Conservatório de Teatro. Estreia-se em 1993 na Comuna e foi com esta companhia que trabalhou regularmente. Esteve envolvida em projectos pontuais com o Bando, com o Mundo Perfeito, com a Karnart e com a Inestética. Participou em séries televisivas, novelas e publicidade. No cinema trabalhou com Rita Nunes, Claudia Clemente e Pedro Palma. Faz dobragens de animação desde 2008 e leituras de poesia desde 2009. Recentemente apaixonou-se pela Fotografia.

Raquel Dias, nasceu em Macau em 1973. Fez o curso de teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema (93/96). Desde então tem trabalhado com vários encenadores como Nuno Carinhas, José Wallenstein, Bruno Bravo, José Peixoto, André Gago, Manuel Coelho, Jorge Estreia, Jorge Fraga, Cristina Chaferovitch, Alexandre Lyra Leite, Helena Pimenta. Fez parte do grupo de teatro Primeiros Sintomas onde desenvolveu um trabalho contínuo até 2009. No cinema trabalhou com Paulo Rocha, Manuel Mouzos, Ivo Ferreira, Edgar Feldman, Paulo Guilherme, Luís Alves de Matos e José Maria Vaz da Silva. Na televisão apresentou o programa de cultura urbana “Pop Up” no canal 2 e apresentou também o programa “Crianças Vamos Sair”, um magazine cultural para crianças na SIC Mulher. Participou na telenovela Saber Amar e nas séries Volfrâmio – A Febre do Ouro Negro e Liberdade XXI. Estreou-se na encenação com “ Relicário ou sms sweetheart”, uma criação individual. Estreou-se na realização com “ A Escada” uma curta metragem de Raquel Dias e Edgar Feldman.

Maria Zamora, ao longo do seu percurso profissional teve orientações de estudo e interpretação com Dimitri Bogomolov, Elsa Valentim, Jean Paul Buchieri, Aloysio Filho, António Pedro Vasconcelos, Marie Brand, Nicolau Breyner, Patrícia Vasconcelos, Nicolau dos Mares, Peter Michael Dietz, José Peixoto, Filipe Crawford e Mónica Calle. Em 2008 inicia uma nova linguagem, a de palhaço. Torna-se um dos elementos da Operação Nariz Vermelho e integra continuamente várias oficinas de formação com Ângela de Castro, Ami Hattab, Sérgio Claramunti entre outros para desenvolver e aprofundar esta técnica. Participou em animações de rua, teatro, performance televisão / publicidade e cinema. Nomeadamente com o Chapitô, Teatro de Almada, Teatro Anónimo, Comediantes de Lisboa. Actualmente na Operação Nariz Vermelho e nos Comédia Sport Club (Improviso na Hora). Conta também com participações pontuais em séries, telenovelas, documentários, anúncios e curtas-metragens.

Catarina Gonçalves inicia em 2002 a sua formação de actriz na Oficina Actores NBP e a sua estreia como actriz dá-se em 2003 na novela “Ana e os 7”. Na sua formação teve como professores nomes como; Maria João Serrão em voz dicção e canto, Luca Aprea e Howard Sonenklar no movimento, António Feio, Paulo Ferreira, Paulo Filipe, Helena Flor e Rui Mendes na interpretação, António Macedo na história da narrativa, José Fonseca e Costa no trabalho do actor e a câmara, Aloysio Filho técnicas de TV, Ermelinda Duarte leitura interpretativa. Desde a sua estreia em televisão participou em muitas outras produções, “Morangos com Açucar”, “Mistura Fina”, “Serranos”, “Bandos dos 4”, “Tu e Eu”, “Floribella”, “Chiquititas” e “Feitiço de Amor” . No teatro“O Professor de Darwin” Texto e encenação de Helder Costa – Teatrocinerte A BARRACA, “Antes de Começar” de Almada Negreiros,“Desassossego” de João Rosa e Catarina Gonçalves e “E sexo?! Não se fala de sexo?” de Isabel Stilwell no Teatro da TRINDADE. Como locutora dá voz a vários spots publicitários para rádio televisão cinema e internet e é também voz da Rádio Europa. Leccionou também várias oficinas e workshops de teatro a crianças e jovens. Brevemente irá estrear-se como apresentadora de televisão.

Ana Moreira. Nascida em Lisboa na data 13 de Fevereiro de 1980, a actriz Ana Moreira completou o 12º ano em artes e em seguida terminou 3 anos no Ar.Co na área de Design Gráfico. No cinema trabalhou, na qualidade de actriz com vários realizadores como Teresa Villaverde, João Botelho, Jorge Cramez, Eugéne Green, Mário Barroso, José Fonseca e Costa, Margarida Gil e José Nascimento entre outros. As suas participações valeram-lhe ainda alguns prémios de melhor actriz nos festivais de cinema de Taormina e Bastia em 1998, um Globo de Ouro SIC em 2006 e no festival Cineport e Stª Maria da Feira em 2007 entre outras nomeações. Em teatro trabalhou com a companhia Os Primeiros Sintomas e para uma performance integrada no festival Temps D’images em 2009.

19 de março de 2010

Exposição de Fotografia "Singularidades na Simplicidade"




Sónia Arrepia

Informa que a sua exposição estará aberta no Sábado dia 27 de Março das 10h ás 24h!


Não só a galeria da sua exposição estará aberta mas também todo o Palácio onde estarão a decorrer as Feiras Francas - uma mostra de novos artistas com trabalhos em diferentes áreas.

Haverá também uma Tertúlia sobre Teatro, não fosse este o dia Mundial do Teatro.


APAREÇAM!


Nos restantes dias podem visitar a sua exposição de segunda a sexta feira das 9h ás 19h até 9 de Abril.


Palácio das Artes, Largo de São domingos, Porto.



--
www.soniaarrepia.com
http://olhares.aeiou.pt/Ginkgo

18 de março de 2010

Falta de médicos em Portugal

Governo busca solução para travar corrida às reformas dos médicos

Estudo do Perfil de Envelhecimento da População Portuguesa

Alto Comissariado da Saúde

Portugal supera média da UE15 em 11 indicadores



OMS-Euro: Avaliação do Plano Nacional de Saúde 2004-2010


De acordo com a Organização Mundial de Saúde-Europa (OMS-Euro), metade dos indicadores do Plano Nacional de Saúde (PNS) 2004-2010 já alcançaram as metas ou prevê-se que sejam atingidas até ao final de 2010. Tendo em conta os indicadores comparáveis a nível internacional, cerca de 80% apresentam uma evolução muito favorável relativamente à média do grupo dos 15 países da União Europeia (UE15) e, em 11 indicadores, os valores para Portugal são melhores do que os da média da UE15.

“Portugal has reached many challenging health goals over the last years and is commendable for the focus of the government on achieving health gains; the next frontier for Portugal as for many other European Countries will be to address sustainability concerns and health inequalities as part of the next National Health Plan”, afirma Zsuzsanna Jakab, Directora da OMS-Euro.

O Ministério da Saúde considera o PNS um instrumento de planeamento fundamental para obter ganhos em saúde para a população portuguesa. Com o objectivo de iniciar o processo de elaboração do próximo PNS 2011-2016, e no âmbito de um acordo de colaboração assinado, em 2008, entre a OMS-Euro e o Ministério da Saúde de Portugal, o Alto Comissariado da Saúde solicitou àquela organização a realização de um estudo externo para avaliar a relevância, execução e impacto do PNS 2004-2010.

Os resultados da avaliação baseiam-se: na evolução estatística dos indicadores do PNS e das respectivas metas; numa análise funcional do sistema de saúde português e em entrevistas realizadas pela OMS-Euro a mais de 100 dirigentes, responsáveis e intervenientes da área da saúde, a nível nacional, regional e local; nas discussões decorridas em duas mesas-redondas, envolvendo uma dezena de especialistas internacionais nas diversas áreas.

A análise da OMS salienta, como resultados mais significativos no âmbito da execução do PNS, o estabelecimento de um amplo consenso a nível nacional acerca das prioridades em saúde e a obtenção de ganhos importantes; o acompanhamento e monitorização permanentes dos indicadores, bem como a sua melhoria, que aproximou Portugal das médias da UE15, em particular na esperança média de vida e nas mortalidades por doença isquémica cardíaca, por acidentes rodoviários e por cancro da mama.

Algumas áreas, identificadas no relatório como pontos a melhorar, designadamente a equidade no acesso aos cuidados de saúde e a qualidade, são eixos estratégicos do próximo PNS 2011-2016. Este Plano está em fase de construção, por uma equipa do Alto Comissariado da Saúde, aprovada pela Ministra da Saúde.

“O Ministério da Saúde de Portugal está empenhado em executar as recomendações da OMS-Euro, de forma a obter mais ganhos em saúde para a população portuguesa, a assegurar a sustentabilidade do sistema de saúde e a reduzir desigualdades em saúde”, salienta a Alta Comissária da Saúde, Maria do Céu Machado.


Consultar apresentação de Jeremy Veillard, OMS-Euro [128 Kb]

Consultar estudo OMS-Euro: Avaliação do Plano Nacional de Saúde 2004-2010 [426 Kb]

12 de março de 2010

LA CARA DE MARRUECOS ANTE LA UNIÓN EUROPEA





Marruecos se burla de la comunidad internacional y reprime de forma sangrienta y violenta a la población saharaui de los territorios ocupados
No han pasado ni dos días desde que, en el curso de la Cumbre celebrada en Granada entre la Unión Europea y Marruecos, y mientras el movimiento solidario con el Sáhara denunciaba en las calles la constante represión a la que se somete a la población saharaui en su propia tierra, el Presidente del Consejo Europeo Herman Van Rompuy instó al reino alauita a una mayor atención al respeto de los derechos humanos tanto en su propio país como en el Sáhara Occidental refiriéndose, en particular, a los defensores y defensoras de los mismos.

En el mismo momento en que los representantes del gobierno marroquí acudían a participar en los trabajos de la XIIIª sesión del Consejo de los Derechos Humanos de Naciones Unidas, en Ginebra, intentando vender una imagen de modernidad y de respeto hacia los derechos y las libertades, por mucho que su país no sea otra cosa que la propiedad, sometida al capricho, de una monarquía absoluta, paternalista y retrógrada, y coincidiendo con la fecha de la celebración internacional del Día de la Mujer Trabajadora, el ejército y la policía de ese mismo Marruecos ocupante han atacado con saña a manifestantes saharauis participantes en diversos actos, ocasionando más de veinticinco heridos y llegando a violar y forzar la intimidad de sus viviendas para amenazar y golpear indiscriminadamente a hombres, mujeres y niños.

El pasado 8 de marzo, en Dajla (antigua Villa Cisneros), se celebró una manifestación con ocasión del Día de la Mujer Trabajadora en la que la población saharaui reivindicaba la liberación inmediata e incondicional de todos los presos políticos, la investigación y esclarecimiento de cientos de desapariciones de hombres y mujeres saharauis, un referéndum de autodeterminación para el Sáhara Occidental, el juicio para los responsables de crímenes contra la humanidad y el fin de la represión, que acabó siendo atacada por las fuerzas de seguridad marroquíes, incluyendo unidades del ejército, con el balance de quince heridos graves y otros muchos leves. Y un día después, el 9, en El Aaiún con ocasión de una sentada con la que se quería homenajear a los 11 defensores de los derechos humanos que habían vuelto de una visita a los campamentos de refugiados saharauis de Tinduf (Argelia), las fuerzas policiales marroquíes han cargado salvajemente sobre los asistentes con decenas de heridos, entre los que se cuenta un buen número de mujeres; a continuación los agentes no dudaron en romper las puertas de numerosas casas en el barrio de Maatallah golpeando a sus habitantes dentro de ellas.
Estos son los hechos rotundos y evidentes que queremos denunciar ante la opinión pública española y ante las autoridades de la Unión Europea y de España, comenzando por la tibia Presidencia española que mira hacia otro lado ante todo tipo de denuncias y evidencias, convirtiéndose en colaborador necesario para que su socio, Marruecos, continúe impunemente su política de represión. ¿Ésta es, a su juicio, una ocasión para la defensa de los derechos humanos o debemos seguir esperando, señores Van Rompuy y Rodríguez Zapatero?
La Coordinadora Estatal de Asociaciones Solidarias con el Sáhara (CEAS-Sáhara) le decimos al gobierno de Rodríguez Zapatero y al de la Unión Europea ¡¡¡basta ya!!! Deben exigir al Reino de Marruecos el fin de la represión en los territorios ocupados del Sáhara Occidental y la liberación inmediata de todos los presos políticos saharauis. Es la hora de que dejen de ser cómplices de un régimen autoritario como el de Mohamed VI. Sentimos vergüenza de que las democracias europeas se dejen chantajear permanentemente por las autoridades marroquíes. ¿O es que comparten esta manera represiva de ejercer la acción de gobierno?
No estamos dispuestos a amparar una política farisaica que pone los beneficios económicos por encima de la condición de las personas. Exigimos de todas las autoridades europeas y españolas que muestren de forma evidente y enérgica su repulsa ante estos actos. Exigimos que mientras Marruecos continúe ocupando y expoliando ilegalmente un país vecino; se niegue a respetar las resoluciones de Naciones Unidas con respecto al Sáhara Occidental; viole diariamente los Derechos Humanos de la población saharaui; y no libere urgentemente a todos los presos políticos saharauis, El Estatuto de socio preferencial de Marruecos con la Unión Europea no debe avanzar y el Acuerdo de pesca debe ser suspendido, tal y como recomienda el Informe jurídico del Parlamento Europeo.
Es prioritario y un principio básico el respeto y reconocimiento de unos derechos que permiten cualquier tipo de actividades a favor de los derechos humanos, sin temor a represalias y sin restricciones, que pongan fin al acoso, detención, torturas, encarcelamiento… de la población saharaui y en particular de los activistas de derechos humanos, que no hacen sino defender y proclamar unos objetivos legitimados y reconocidos por las disposiciones de unas Naciones Unidas que, sin embargo, no parece querer asumir su protección.
No queremos pecar de agoreros o mensajeros del miedo pero les recordamos la imperiosa obligación que tienen de hacer que un conflicto político como este se mantenga en el plano de la búsqueda de acuerdos y el mutuo respeto. Dicen que quien siembra vientos recoge tempestades y no han sido los saharauis, tal vez respetuosos en exceso, los que han esparcido y esparcen este tipo de semillas.

Madrid, 10 de marzo de 2010



Curs monogràfic Gestió del Cicle de Projectes


Curs monogràfic Gestió del Cicle de Projectes

El curs està organitzat per SETEM Catalunya i Àgora Nord-Sud i es durà a terme del 6 d'abril al 27 de maig de 2010 Barcelona.

Dates:
Del 6 d'abril al 27 de maig del 2010.

Horari: Dimarts i dijous de 18,30 a 21,45 hores (48 hores).

Objectiu i descripció: Aquest curs pretén facilitar el coneixement tècnic de tot el cicle de projectes des d'una visió basada en metodologies i eines participatives. L'enfocament del curs i els casos pràctics que s'hi treballen provenen fonamentalment del món de la cooperació al desenvolupament, però tant les eines com les metodologies emprades poden ser de gran utilitat en la gestió de qualsevol tipus de projecte de l'àmbit social.

Preu: 240 euros. 10% de descompte per a sòcies i socis d’entitats membres d’ÀGORA Nord-Sud.

Lloc:
SETEM-Catalunya, Bisbe Laguarda 4, (Metro L-2, St. Antoni)

Informació i inscripcions:
Enviar currículum al Departament de Formació de SETEM-Catalunya. C / Bisbe Laguarda 4, Barcelona, T. 93 441 53 35 ext. 110 -de dilluns a dijous.monografics@setem.org.

Per a descarregar-te el tríptic amb el programa complet del curs fes clic aquí (PDF. 324 KB).

Preguem en feu difusió entre les persones que hi puguin estar interessades. Moltes gràcies!


Si coneixes algú al qui li pot interessar aquesta informació, si us plau, reenvia-la-hi.
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Presentació estudi "L'Ocupació al Tercer Sector Social de Catalunya"


Benvolguts i benvolgudes,


Ens complau convidar-vos a l’acte de presentació del llibre L’Ocupació al Tercer Sector Social de Catalunya.

L’acte tindrà lloc el proper dimecres 17 de març a les 18:00 hores, a l’Auditori de la Pedrera de Caixa Catalunya (Passeig de Gràcia, 92).

La presentació de la publicació anirà a càrrec d’Àngel Font, de la Fundació Caixa Catalunya, i Pau Vidal, de l’Observatori del Tercer Sector.

Seguidament, es realitzarà una taula rodona sobre els reptes de l’ocupació al Tercer Sector Social, en la qual hi intervindran Àngels Guiteras, de la Taula d’entitats del Tercer Sector Social de Catalunya, Lluís Grande, de l’ICASS, Francisco Ramos, del Departament de Treball de la Generalitat de Catalunya, i Xavier Puig, de la Confederació d’Associacions Empresarials del Tercer Sector Social d’Atenció a les Persones de Catalunya.

La recerca ha estat realitzada per l’Observatori del Tercer Sector amb la col·laboració de la Fundació Pere Tarrés, i s’ha fet en el marc del Pla de Suport al Tercer Sector Social, cofinançada per l’ICASS i la Fundació Caixa Catalunya.

L’aforament és limitat. Cal que confirmeu la vostra assistència electrònicament omplint el següent formulari. Si necessiteu qualsevol informació addicional podeu trucar al telèfon 93.217.72.97.

Dia i hora: Dimecres 17 de març del 2010, a les 18:00h.

Lloc: Auditori de la Pedrera de Caixa Catalunya (Passeig de Gràcia, 92).


Us hi esperem.

11 de março de 2010

Palestra: Os Negros e a criação literária no Brasil



O Centro Cultural Brasil-Moçambique em parceria com o
Centro Cultural Franco-Moçambicano
realiza a palestra
“Os negros e a criação literária no Brasil”,
proferida pela Drª Conceição Evaristo,
no dia 15 de Março de 2010, às 18H00.


Maria da Conceição Evaristo de Brito nasceu em Belo Horizonte, Brasil em 1946.
De origem humilde, migrou para o Rio de Janeiro na década de 1970.
Graduada em Letras pela UFRJ, trabalha como professora da rede pública de ensino
da capital fluminense.
É Mestre em Literatura Brasileira pela PUC do Rio de Janeiro.
No momento, conclui Doutorado em Literatura Comparada na
Universidade Federal Fluminense.
Em sua pesquisa de tese, estuda as relações entre a literatura afro-brasileira e as
literaturas africanas de língua portuguesa.


Centro Cultural Brasil-Moçambique
Av. 25 de Setembro, 1728
Tel: 21 306840 – Fax: 21 306772 –
E-mail: ccbm.eventos@gmail.com