31 de julho de 2010

10 anos pelos caminhos do Amor... até ao Casamento!


Túlipa “Tulipeae” = Iniciação


Papoila “Papaveraceae” = Ocasião



Orquídea “Orchidaceae” = Traição


Papoila “Papaveraceae” = Ocasião

Margarida ou “Chrysanthemun leucanthemum” = Ilusão

Papoila “Papaveraceae” = Ocasião

Papoila “Papaveraceae” = Ocasião

Frangipani “Plumeria” = Paixão

Papoila “Papaveraceae” = Ocasião

Papoila “Papaveraceae” = Ocasião

 Jarro “Zantedeschia” = Coração/Razão

25 de julho de 2010

A Saúde Mental dos Portugueses



Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso,
publicado no Público, 2010-06-21.


Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.

Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.

Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.

E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.

Pedro Afonso
Médico psiquiatra

Daler Nasarov: Loneliness (OST Luna Papa)

Yeah Yeah Yeahs - Hysteric

23 de julho de 2010

The Dream Academy: This World

Memòria medicusmundi Catalunya 2009





Memòria de les activitats realitzades per medicusmundi Catalunya l'any 2009. Recull dels projectes de cooperació i educació per al desenvolupament, activitats de sensibilització, organització de l'entitat, membres, personal, comptes auditats.



L'any 2009 medicusmundi Catalunya ha desenvolupat 10 projectes i programes de cooperació al desenvolupament a Moçambic, Angola, Bolívia, Equador i Algèria (camps de refugiats sahrauís de Tindouf).



Al Nord ha portat a terme les campanyes sensibilització i educació per al desenvolupament "Medicaments que no curen", "Salut per al Desenvolupament", "Practica l'Off", jornades, exposicions i ha editat diverses publicacions (revistes, memòria, informes, butlletins breus de notícies).



Descarrega't la memòria en PDF.




22.07.2010 Memòria medicusmundi Catalunya 2009 (3,57 MB)

16 de julho de 2010

Grandes mitos de la historia africana





Periódico Diagonal
Autor: Johari Gautier Carmona
Nota: Se autoriza la re-publicación de este artículo a cualquier medio citando fuente y autor.
Indagando en la historia africana legada de la tradición oral, descubrimos un mundo vasto y rico comparable con el de la mitología griega o india. Las grandes figuras que, con el tiempo, se han convertido en santos o deidades, nacen de momentos claves de la historia de sus pueblos. Sundiata Keita, el fundador del Imperio de Malí y, Shangó, el cuarto rey del antiguo Oyó (actual zona de Nigeria) son algunos de esos grandes personajes históricos que han ido convirtiéndose en figuras míticas a través del tiempo.

El mito de Sundiata Keita: El león de Malí
Con la figura de un niño tullido surge el mito de Sundiata Keita a principios del siglo XII en el imperio de Malí. Nacido de la segunda esposa de un poderoso monarca, el joven fue apartado del poder y condenado al exilio por un entorno hostil y receloso. Desde muy pequeño, Sundiata demostró una gran capacidad de superación, se entrenó en el uso de armas específicas y se le atribuyó grandes poderes mágicos al recobrar el uso de sus dos piernas. Sin embargo, la historia de Sundiata Keita no se detiene aquí. Demostrando una fuerte voluntad y una visión de futuro, el muchacho reunió a todas las poblaciones vecinas y organizó una expedición con la idea de recuperar el poder. Su ambición y capacidad de persuasión le permitieron elaborar una coalición inédita que terminó aplastando al rey que le había apartado del poder.

La victoria de Sundiata Keita le valió el nombre de “León de Malí” y facilitó la creación de uno de los imperios más prósperos del África Occidental. Tras ser proclamado Mansa (rey absoluto), el reino conoció un largo periodo de estabilidad. El monarca es recordado hoy como una figura emblemática de los tiempos de oro. De su periodo de poder se destaca también su sabiduría, perspicacia y tolerancia que favorecieron la coexistencia pacífica del islam y del animismo. Con el tiempo, la tradición oral y los griots (historiadores tradicionales del oeste africano) pusieron énfasis en los poderes del apreciado rey que supo superar las peores fatalidades, transformándolo en un mito sinónimo de las mejores empresas. En la actualidad, el mito de Sundiata Keita alude al valor y la eficacia de los gobernantes que apuestan por la unión, el diálogo y la justicia.


Shangó, el Dios del trueno y de la guerra
El mito de Shangó, famoso en la mitología Yoruba, nació aproximadamente en el siglo X con la figura del cuarto monarca del antiguo reino de Oyó (en el actual estado de Nigeria). Era considerado un rey tiránico y guerrero, causante de numerosos conflictos bélicos. Por eso, dos de sus ministros se aliaron para apartarle del poder y, en una lucha despiadada, Shangó tuvo que huir al bosque para refugiarse. Presa de la humillación y del destierro, el monarca depuesto decidió ahorcarse y, desde entonces, por medio de la tradición oral, el mito fue creciendo hasta adoptar el aspecto de un Dios temible, representante de los relámpagos y de las tormentas. Las leyendas cuentan que, pese a su tentativa de ahorcamiento, Shangó nunca murió sino que retomó su lugar en el firmamento y, desde ahí, vigila a la Humanidad entera.
Alguno de los elementos que alimentó este mito es la posición geográfica del reino de Oyó (en Nigeria). Según las estadísticas, es uno de los sitios del planeta en el que cae el mayor número de descargas eléctricas por milla cuadrada. De ahí que se relacionara el miedo causado por la naturaleza con la figura despiadada del tirano depuesto y se acabara creando una divinidad belicosa y amenazante. Más adelante, los esclavos yoruba trasladados a Cuba y Brasil siguieron refiriéndose a Shangó como una divinidad del trueno y lo integraron en sus creencias sincréticas. En la santería cubana, no obstante, Shangó se ilustra como uno de los santos (Orishas) más populares, caracterizado por la virilidad, los rayos, el fuego y la danza.


Para más información sobre cuentos históricos africanos:

15 de julho de 2010

Livro: David Trueba - Saber perder



Sylvia cumple dieciséis años el día en que comienza esta novela. Para celebrarlo organiza una falsa fiesta que sólo tiene un invitado. Horas después sufrirá un accidente que significará su entrada en la vida adulta. Su padre, Lorenzo, es un hombre separado que trata de superar el abandono de su mujer y el fracaso laboral. Ariel Burano es un joven jugador de fútbol que deja Buenos Aires para fichar por un equipo español. Con su superdotada pierna izquierda, será cuestión de tiempo que el estadio coree su nombre. Y tiempo es lo que no tiene el anciano Leandro, que vive en esa época donde casi todo se derrumba. Éstos son los cuatro personajes principales de Saber perder. Con las relaciones entre ellos se trenza un relato de supervivientes, de poderosa pegada narrativa y rico en matices. Una mirada capaz de extraer humor y emoción en cada curva del camino, pero que reivindica, por encimade todo, la maravillosa aventura de vivir. Ésta es la tercera novela de David Trueba tras su irrupción con Abierto toda la noche, a la que Der Spiegel definió como «una orgía de carcajadas», y Cuatro amigos, un libro que vive un idilio continuado con los lectores desde 1999.


13 de julho de 2010

O Último Combate



Lançamento do livro


"O Último Combate"


do brasileiro Wilsom Adélio Domingues

no dia 14 de Julho de 2010
pelas 18:00 horas



Centro Cultural Brasil-Moçambique

Av. 25 de Setembro, 1728—Tel: 21 306840—Fax: 21 306772—E-mail: ccbm.eventos@gmail.com

ECONOMIST | Mozambique's recovery


Mozambique's recovery

A faltering phoenix

Corruption, crime and unemployment still threaten a notable success story

Jul 8th 2010 Tete

Suspend your doubts about Tete

ABOUT two hours’ flight north of Maputo, the Mozambican capital, lies the town of Tete on the crocodile-infested banks of the Zambezi river. A narrow suspension bridge forms the only crossing point for the main trade route linking landlocked Zimbabwe, Malawi and Zambia. Until a few years ago, Tete was no more than a dusty down-at-heel stopping point for weary lorry drivers. But now, thanks to massive foreign investment in what may be the world’s biggest unexploited coal field, it is fast becoming a bustling boom town, already boasting three banks, three car-hire companies, half a dozen decent hotels, an international school and a new airport with twice-a-day flights to Maputo.

With emerging economies such as those of China and India crying out for more coal, the basin around Tete is expected to play a big part in developing Mozambique’s fledgling economy. After a 17-year civil war that destroyed much of the country’s infrastructure, logistics remain poor. But in February the long-defunct railway between Tete and the Mozambican port of Beira was reopened after its complete renovation; a few kilometres upstream from Tete, a new bridge is being built, which should relieve the town’s gridlocked Samora Machel bridge, named after the country’s first post-colonial president, of its heaviest traffic; and the Zambezi river provides a plentiful supply of cooling water for mining operations as well as a source of hydroelectric power.

Indeed, Mozambique already has Africa’s most

powerful hydroelectric plant, the state-owned HCB power-station on the Cahora Bassa dam at Songo, some 200km (124 miles) north-west of Tete. It can generate more than 2,000MW an hour, most of it exported straight to neighbouring South Africa, while all around Songo villages are still plunged into darkness at night, the glow of wood fires the only sign of human habitation. The Chinese, Mozambique’s second-biggest investors after South Africa, are considering building a second power-station some 70km downstream from the Cahora Bassa, and the two biggest mining houses in the region, Australia’s Riversdale and Brazil’s Vale, are planning to build their own plants near Tete.

At the end of the civil war in 1992, Mozambique was arguably the world’s poorest country. Its transport, education and health systems were in ruins. Many Mozambicans with marketable skills had fled. But now its economy is one of the fastest-growing in the world. In the past 15 years it has swelled by an average of 8% a year, dipping slightly to 6% during last year’s global meltdown, with nearly 7% expected this year, well above the 4% the World Bank forecast for southern Africa as a whole.

Mozambique’s government is democratically elected and stable, its macroeconomic policies sound, its press reasonably free. Often held up as one of the best examples of post-conflict recovery in Africa, it has become a donor darling. This year international aid will total some $1.6 billion, worth more than half the total state budget. Foreign investment is pouring in.

But the country has a long way to go. In various international rankings, it is still among the world’s worst performers: 129th (out of 133 countries) in the World Economic Forum’s global competitiveness index; 172nd (out of 182) in the UN’s human-development index; and still in the bottom dozen in terms of GDP per head a year, at less than $1,000 in purchasing-power parity, according to the IMF. Despite a much-aired fall in the poverty rate from 69% in 1997 to 54% in 2003, the absolute number living below the poverty line rose to 11.7m in a population of around 20m. The latest national household survey, due out in August, is expected to show little improvement. Inequality has been growing.

Moreover, Mozambique, hitherto praised for its free and peaceful elections, has been dropped from the list of “electoral democracies” compiled by Freedom House, an America-based watchdog, because of alleged shenanigans surrounding October’s election, when President Armando Guebuza and his Front for the Liberation of Mozambique (Frelimo) were returned with three-quarters of the vote. The ruling party’s power is pervasive. State patronage and corruption are growing. So, too, is organised crime, sometimes apparently with political backing. Last month Mohamed Bashir Suleman, a Frelimo party stalwart and one of the country’s most prominent businessmen, was placed on America’s official list of drug-traffickers.

International donors, keen to point to Mozambique as a rare African aid success, have been getting worried. Earlier this year a group of 19 Western countries threatened a “donor strike” unless Mozambique cleaned up its act. Only after its government meekly agreed to implement the 35 reforms proposed by the so-called G19 did the aid start flowing again. Far from sounding resentful, however, Mozambique’s prime minister, Aires Aly, says the threatened strike was “in some ways good for us, because it made us realise that some issues in our programme needed review.” Without the aid, he knows his country would not be such a star performer.

Middle East & Africa

Jaime P. Monfort The Multidisciplinary European http://Monfort.org

9 de julho de 2010

Dúvida jurídica...













Isto é uma violação “estatutária”??

ou trata-se de um erro “monumental”???

Miguel Ángel Moratinos, hipocresía diplomática española


Durante estos días, Miguel Angel Moratinos, Ministro de asuntos exteriores del gobierno del Estado, visita Cuba con el objetivo de alcanzar la liberación de los presos políticos o de conciencia cubanos. Moratinos parece un ángel mediador entre la iglesia cubana - portavoz de la oposición interna al régimen cubano - y Raul Castro, y lo podemos ver compungido ante la huelga de hambre del disidente Guillermo Fariñas. Miguel Ángel Moratinos se muestra, pues, con un rostro humanitario, sensible a los derechos humanos, cívicos, políticos y a los valores democráticos. Una cara que, observando el currículum del ministro, es la cara de una moneda falsa, del gobierno español.

Podríamos estar de acuerdo con el objetivo de la visita a Cuba, pero el movimiento solidario con el pueblo saharaui conocemos el desprecio que Miguel Ángel Moratinos y el gobierno de ZP ha tenido con la población saharaui. El jefe de la diplomacia española no ha hecho nunca ninguna gestión en defensa de los activistas de los derechos humanos saharauis detenidos, torturados, encarcelados o desaparecidos por la acción de las fuerzas de ocupación marroquíes. Miguel Ángel Moratinos y el gobierno de ZP no condenan el régimen marroquí, responsable de las violaciones constantes de los derechos humanos en el Sáhara Occidental. El gobierno del Estado tiene Marruecos como país amigo, a quien le vende armas, con quien expolia los recursos naturales del Sáhara Occidental, con quien comparte intereses económicos y estratégicos de todo tipo. El gobierno del Estado condecoró a los máximos responsables militares de Marruecos acusados de genocidio y recientemente organizó una cumbre europea de cooperación con Marruecos.

¿Cómo podemos creer las buenas intenciones de Moratinos a Cuba, si comparte mesa con Marruecos? ¿Qué valores democráticos o de derechos humanos Moratinos exige a Cuba? Pone de ejemplo el régimen alauita? Pone de ejemplo los presos y desaparecidos sahrauís? Pone de ejemplo su no mediación por los presos saharauis en huelga de hambre?

La definición de la diplomacia española tiene un nombre y lo sabe todo el mundo: hipocresía.
ACAPS – Associació Catalana d’Amics del Poble Sahrauí

7 de julho de 2010

Una carta per al cònsul del Marroc de Barcelona

Els grups parlamentaris d’ERC i de ICV-EUiA han enviat una carta al cònsol del Marroc a Barcelona en relació a la repressió de la policia marroquina contra centenars de saharauis que es van congregar davant de la casa dels seus pares de Mahfud Larosi Ali Beiba en una asseguda en silenci i pregària per la seva ànima, a l’Aaiun. Les autoritats d'ocupació marroquina van impedir complir aquesta tradició de la seva cultura, mobilitzant desenes d'unitats dels serveis de seguretat i militars per a dispersar i carregar contra els sahrauís.

Els diputats Miquel Carrillo i Lluís Postigo, membres de l’Intergrup Pau al Sàhara, informen al cònsol del Marroc detalladament del dramatisme dels fets ocorreguts, gràcies al comunicat i les fotografies aportades per CODESA. Finalment li recorden que aquests tipus de situacions no es poden donar en un estat democràtic que ha de garantir els drets humans de la ciutadania.

Des de l’ACAPS, agraïm la iniciativa dels grups parlamentaris d’ERC i d’ICV-EUiA i ens sap molt de greu tornar haver de lamentar que la resta de grups parlamentaris PSC-CpC, CiU, PP i Cs no hagin subscrit la carta. Una vegada més interessos partidistes, electorals, econòmics i comercials se sobreposen per davant de la legalitat internacional i dels drets humans, quan la víctima és el poble sahrauí i el botxí el Marroc.



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ACAPS Wilaia Alt Penedès
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