25 de julho de 2011

Professora, até ontem





O meu nome é Sónia Mano, até ontem era professora de Matemática na escola E.B. 2,3 de S. Torcato, em Guimarães (onde me encontrava a trabalhar com contrato a termo incerto).Hoje de manhã, por volta das 9h, recebi um telefonema da Secretaria da referida escola a informar-me de que o meu contrato de trabalho cessara no dia anterior.

Até aqui, poderá pensar-se... é uma coisa natural, mais uma professora dispensada do serviço após mais de seis meses de trabalho árduo com alunos oriundos de meios socioeconómicos muito desfavorecidos: Até eu estava já preparada para a eventualidade de receber a notícia nestes moldes. Mas e o que é feito do prazo legal de três dias para avisar um empregado de que o seu contrato vai terminar? Eu sou apenas mais uma das vítimas do Estado e da actual conjuntura que o país atravessa.

Mas o porquê do meu e-mail vai muito para além das queixas para com o sistema. É mais um grito, uma tentativa de que dêem algum tipo de atenção a certas situações que estão a acontecer neste país. Como eu, fomos várias as pessoas dispensadas hoje de manhã, ou melhor, informadas hoje de manhã de que o nosso contrato terminara no dia anterior.Não será isto mais uma vergonha do nosso país? Não há qualquer respeito pelos profissionais, nem pelo seu trabalho e esforço.

Mais acrescento, neste meu desabafo, que iniciei, a meio da semana passada, a correcção de EXAMES NACIONAIS do 9.º Ano! Este trabalho, não está concluído! Termina apenas amanhã, dia 8 de Julho. Entretanto, já amanhã, tenho uma reunião para aferição de critérios de avaliação, reunião essa de carácter obrigatório. E agora eu pergunto: O MEU CONTRATO DE TRABALHO E A MINHA LIGAÇÃO AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO TERMINOU ONTEM. Como vão os alunos ter avaliação no referido exame? Quem vai suportar as despesas de deslocação de Vila Verde (minha residência oficial) até Guimarães?!

Hoje a minha vontade é não entregar os Exames, mas mais forte do que essa vontade é a necessidade de nunca prejudicar os alunos por causa de mais um erro do nosso sistema de ensino.  Amanhã, eu irei suportar despesas de deslocação e voltarei a fazê-lo na sexta para entrega dos Exames.Durante esses dois dias, vou fazer uma aplicação criteriosa dos critérios de classificação. Mas precisava de fazer este desabafo: parem de chamar incompetentes aos professores portugueses, aqueles que lutam todos os dias por melhores condições numa escola cada vez mais pobre em valores, tais como a entre-ajuda e a solidariedade. Ajudem-nos a ajudar os vossos/nossos filhos a crescerem como cidadãos e, por favor, na luta pelos meus direitos enquanto trabalhadora/professora/EDUCADORA. Ajudem- -me a divulgar este caso que é apenas mais uma das vergonhas em que o nosso Estado está envolvido!

Tenho provas e documentos oficiais que comprovam cada uma das afirmações que estou a divulgar. Não sei mais onde me dirigir: é preciso que os portugueses saibam o que se está a passar numa escola pública de Portugal.

Sónia Mano
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Diário do Minho
QUINTA-FEIRA | 7 de Julho de 2011 |

21 de julho de 2011

Sabedoria celestial...





Homem: Deus?
Deus: Sim?
Homem: Posso perguntar-lhe algo?
Deus: Claro, meu filho!
Homem: O que é um milhão de anos para si?
Deus: Um segundo.
Homem: E um milhão de dólares?
Deus: Um centavo.
Homem: Deus, pode dar-me um centavo?
Deus: Espere um segundo.

Público Mais

Hoje nasce o Público Mais

20 de julho de 2011

Portal com informação sobre oncologia pediátrica

Saúde - Portugal disponibiliza informação sobre oncologia pediátrica


Crisis humanitaria en el Cuerno de África


La ONU declara una hambruna en Somalia




La cúpula de Cooperación oculta sus sueldos tras recortar el 55% de las ayudas



Las ONG escenifican ante el Parlament la muerte del sistema de solidaridad

MAIOL ROGER - Barcelona - 16/07/2011



"¿Desmiente que haya subido el sueldo a la cúpula de la Agencia Catalana de Cooperación al Desarrollo?". Hasta cuatro veces la diputada Dolors Camats, de Iniciativa, realizó ayer esta pregunta en el Parlament a Carles Llorens, director del ente que gestiona la aportación humanitaria catalana. Solo tras mucha insistencia, Llorens esbozó una respuesta: "No sé qué cobro", se excusó para explicarse ante las acusaciones de los trabajadores de la agencia, que aseguran que la dirección se ha subido el sueldo. Llorens acudió ayer a la comisión de Cooperación y Solidaridad con las ONG en contra tras conocerse el tijeretazo del 55% que la Generalitat aplicará al presupuesto de la agencia. En plena polémica, y con la Federación de ONG anunciando la ruptura de relaciones con la Generalitat, la cúpula de Cooperación evita revelar sus sueldos. La nómina de Llorens es la única conocida, puesto que como director general cobra igual que el resto: son 80.589,54 euros, según los datos de la Generalitat.

La noticia en otros webs



Llorens ocultó el sueldo del resto de su cúpula, formada por cuatro responsables de área, renovados con la llegada de Convergència i Unió al poder. Su categoría profesional y su retribución, son una incógnita: su nombramiento no se encuentra en el Diari Oficial de la Generalitat porque las normas que rigen las agencias no obligan a ello. Llorens evitó detallar las nóminas pese a la insistencia de los diputados y de tratarse de sueldos públicos. Tampoco fuentes de la agencia lo hicieron a petición de este diario. En su comparecencia parlamentaria, Llorens no desmintió la subida de sueldos a sus colaboradores próximos: "Tengo un margen legal para fichar personas. Dentro de ese marco legal permitido firmamos los acuerdos", deslizó Llorens, y desafió a la diputada Camats: "Estoy seguro de que usted encontrará cosas alucinantes".

A preguntas de los periodistas, Llorens concretó más: se escudó en que la partida para los sueldos de la cúpula se ha reducido el 24%. Él mismo ofreció la explicación: su cargo, en la anterior legislatura, estaba partido en dos, y con la unificación se ha ahorrado un sueldo. Llorens justificó por ese motivo un aumento de nómina, que no concretó con cifras: "Quizá hablan de subidas de sueldo por mi secretaria, a la que hemos cambiado la jornada laboral al tener más trabajo".

El secretismo alrededor de los sueldos de la cúpula de Cooperación coincide con el drástico recorte que el Gobierno aplicará en estas partidas: el 55% respecto al presupuesto del año pasado. Llorens maquilló la cifra hasta el 42%, un cálculo que sale si se compara con el dinero realmente gastado. El duro tijeretazo ha soliviantado a las ONG y al propio personal de la agencia, que teme que la Generalitat esté preparando un expediente de regulación de empleo (Llorens tampoco lo desmintió) para echar a 30 trabajadores, la mitad de la plantilla. La Confederación Catalana de ONG, como medida de protesta, ha abandonado el Consejo de Cooperación de la Generalitat y pone tres condiciones para volver: más voluntad de consenso; un cambio en el Presupuesto, y facilidades para la interlocución con el sector.

Un centenar de activistas se concentró frente a la Cámara para protestar contra los recortes en cooperación. Certificaron la muerte del sistema de solidaridad catalán con una representación en la que un zancudo, identificado como Gobierno y caracterizado como la figura clásica de la muerte, atacaba a los integrantes de las ONG. La actuación acabó con el simbólico entierro de la cooperación pública catalana.Mientras las ONG enterraban la cooperación, Carles Llorens recomendaba a estas asociaciones que buscaran sus recursos más allá de las instituciones. "Desde los sectores públicos se han propiciado unas ONG más encaradas a buscar subvenciones que no a prestar servicios. Las entidades no tienen que ser tan dependientes del presupuesto público", acusó. La Confederación Catalana de ONG calcula que los recortes afectarán a casi dos millones de personas.

Llorens rechazó la acusación de querer acabar con el modelo de cooperación. Y aportó la solución: que las empresas privadas patrocinen proyectos de la agencia, una opción que se incluye en la ley que acompaña a los Presupuestos. La oposición cree que detrás de esta intención está la voluntad de dar dinero a empresas privadas. Llorens lo negó, e incluso se mostró dispuesto a negociar el redactado de la ley. El presidente de la Confederación de ONG, Francesc Mateu, que también compareció en la comisión, negó su utilidad: "Las empresas privadas pueden aportar dinero para figurar en la punta del iceberg, pero nunca invertirán en las políticas de fondo necesarias".


INFORMACIÓN: El País

12 de julho de 2011

Arctic Monkeys - The Hellcat Spangled Shalalala

Arctic Monkeys, Arcade Fire e The Strokes antecipam concertos no Super Bock Super Rock






Em entrevista à BLITZ, Alex Turner, Richard Reed Parry e Albert Hammond Jr mostram-se entusiasmados com concertos no Meco. Ouça aqui parte das suas entrevistas.
A poucos dias do arranque, no Meco, da edição deste ano do Super Bock Super Rock, a BLITZ partilha consigo pequenos excertos de entrevistas recentes com Alex Turner, vocalista dos Arctic Monkeys (cabeças de cartaz de dia 14 de julho); Richard Reed Parry, o faz-tudo dos Arcade Fire (que tocam a 15 de julho) e Albert Hammond Jr, guitarrista dos norte-americanos The Strokes (cujo concerto acontece no dia 16).  Ouça aqui Alex Turner a falar sobre as suas melhores recordações de Portugal; Richard Reed Parry a confessar que espera que, depois do cancelamento do concerto dos Arcade Fire em Lisboa do ano passado, a visita ao Meco possa ser "especialmente divertida", e Albert Hammond Jr a dissertar sobre o efeito do tempo, e do espaço, nas canções tocadas ao vivo. 





http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/75037

A fome causada pela seca e pela ganância de alguns, os mesmos ultra-liberais que provocaram a crise e que nos dizem como a resolver...

"Esta é a pior tragédia humanitária do mundo"

3 de julho de 2011

KAUTA: ekaitz anitz dago





Betiko hitz goxoak,
Jarrerak
Horretan dira maisu

Betiko erabakiak,
Ekintzak
Guztioi hitzak kenduz

Airera mozorroak, airera gezurtiak
Guztion baitan aurkitzen baita
Gure lurralde honen giltza
Guztia aske uzten duena

Gure herria
Gure bizia
Gure aire apurra
Babestu, maitatu dezagun
Denon artean
Oraindik ere giltza herdoiltzen duen
Ekaitz anitz dago
Arren, oztopoak gainditu

Betiko egia faltsuak,
Gezurrak
Oro dira anitzak

Betiko itxaropenak
Ametsak
Zabor diren haientzat

Airera...

Gure herria...

Oraindik badira jendearen bihotz txikietan
Hain handiak diren ametsak, itxaropenak

TOMA LA CALLE! Nacimiento del movimiento 15M.