27 de novembro de 2011

A TOCA DO LOBISOMEM: CLARA FERREIRA ALVES vs MÁRIO SOARES

A TOCA DO LOBISOMEM: CLARA FERREIRA ALVES vs MÁRIO SOARES: "Tudo o que aqui relato é verdade. Se quiserem, podem processar-me. Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ai...

Somos tão bonzinhos...

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Interpol - Lights directed by Mr. Charlie White (official video)

O fado já é património mundial



A notícia chegou via SMS: "O Fado já é património imaterial da humanidade". Sara Pereira, directora do Museu do Fado, estava sentada na sala onde o comité intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) esteve a votar as candidaturas a património cultural imaterial da humanidade, em Bali, na Indonésia, quando o resultado da votação foi anunciado e enviou a mensagem.
Foram precisos pouco mais de cinco minutos para que a decisão fosse tomada por unanimidade (os 23 delegados presentes - faltou apenas um - votaram a favor), com grandes aplausos, conta ao PÚBLICO pelo telefone o musicólogo Rui Vieira Nery, presidente da comissão científica da candidatura. "Foi uma grande alegria que pôs fim a uma grande ansiedade", admite Nery, referindo-se ao ritmo lento dos trabalhos na reunião de Bali. "Já não acreditávamos que fosse aprovada hoje."
O fado foi a última candidatura avaliada na sessão desta quinta-feira, que terminou às 20h30 (12h30, hora de Lisboa), depois de terem passado à votação mais de 30 propostas. E, mesmo assim, foi recebido com grande entusiasmo, diz o musicólogo. Para esse clima de festa contribuiu, "e muito", o breve discurso de António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, entidade que formalizou a candidatura junto da UNESCO: "O Dr. António Costa decidiu terminar as suas palavras, já a fechar a intervenção de Portugal, chegando o seu iPhone ao microfone e deixando que a sala ouvisse Amália cantar ‘Que estranha forma de vida'. Foi uma emoção acabar com a voz de Amália num fado de [Alfredo] Marceneiro. A sala levantou-se num enorme aplauso."
A partir de agora, o fado não é apenas a canção de Portugal, a canção de Severa, Marceneiro, Amália, Carlos do Carmo, Camané, Ana Moura e Carminho - é um tesouro do mundo. Um tesouro que fala de Portugal, da sua cultura, da sua língua, dos seus poetas, mas que também tem muito de universal nos sentimentos que evoca: a dor, o ciúme, a solidão, o amor.
Optimismo comprovado
O optimismo à volta da eventual entrada do fado para a Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade era grande desde que, em Outubro, a comissão de peritos da UNESCO considerou a candidatura portuguesa "exemplar", mas vê-la formalizada compensa definitivamente anos de trabalho de uma série de especialistas, músicos e intérpretes.

Foi em 2005 que Portugal começou a preparar mais seriamente esta candidatura que o Museu do Fado, em nome da Câmara Municipal de Lisboa, formalizou em Junho do ano passado (tinham passado apenas dois anos sobre a aprovação da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial). Mas a ideia, ou o sonho, tem quase 20 anos - surgiu por altura da Lisboa Capital Europeia da Cultura, em 1994, garantiu ao PÚBLICO há dias Ruben de Carvalho, vereador da CDU em Lisboa e um dos que mais apoiaram o projecto desde o início.
Em 2010, o fado apresentou-se à UNESCO como "símbolo da identidade nacional" e "a mais popular das canções urbanas" portuguesas, tendo por embaixadores dois intérpretes que, por motivos bem diferentes, fazem parte da sua história de forma incontestada: Carlos do Carmo e Mariza.
A canção que deve a Amália os primeiros grandes esforços de internacionalização foi uma das 49 candidaturas a património imaterial da humanidade avaliadas por delegados de 24 países até dia 29.
A lista do património imaterial - uma designação que abrange tradições, conhecimentos, práticas e representações que fazem a matriz cultural de um país e que, juntas, formam uma espécie de tesouro intangível do mundo - tinha até à reunião de Bali 213 bens de 68 Estados, como o tango ou o flamenco, só para falar em dois exemplos de universos semelhantes. O fado é o primeiro bem português, mas, se tudo correr bem, já não faltará muito para que o cante alentejano lhe faça companhia.

Vem pedir ou emprestar?

Presidente de Moçambique chegou a Lisboa para primeira cimeira bilateral

Amalia Rodrigues - Estranha forma de vida (videoclip)

Nada mais apropriado no estado em que está o mundo...

O fado já é património mundial

25 de novembro de 2011

15 Years of the United Nations Trust Fund






To mark the International Day for the Elimination of Violence against Women on 25 November, and in tribute to grassroots activists around the world who are at the forefront of the efforts to end the pandemic of violence, theUnited Nations Trust Fund to End Violence against Women (UN Trust Fund) today announced its new global Call for Proposals to support country-level programmes to end violence against women and girls.

This year’s Call for Proposals marks the UN Trust Fund’s 15th anniversary. “The fifteen years of the UN Trust Fund have shown us what works to end violence against women,” said Michelle Bachelet, UN Under-Secretary-General and Executive Director of UN Women. “Change is possible, and the strategies and innovations that have developed with support from the UN Trust Fund are a strong testament to the fact that we are at a unique moment in history to put an end to violence against women. It is time to translate this momentum into reality for women and girls, and their communities and nations.” Read more »

Interferències - Pròrroga a cinemes de BCN i estrena a Terrassa, Rubí i Sant Andreu



Gràcies per ajudar-nos a difondre-ho!  
Encara no has vist Interferències?
Ens han prorrogat!

Aquesta setmana i la vinent encara pots veure la pel·lícula als Cinemes Girona i Alexandra de Barcelona.
I també el dilluns 28 al Cinema Catalunya de Terrassa, 
dimecres 30 al CRAC 
de Rubí
dissabte 3 a la Carpa de les Festes Alternatives de Sant Andreu del Palomar!

  I recorda, a www.interferencies.cc estrenem la pel·lícula en una serie de 6 capítols, un per setmana.
Pots formar part del projecte Interferències entrant a verkami.interferencies.cc

www.interferencies.cc

Horaris de projecció
Cinemes Girona (Girona, 175. Barcelona)
Dijous 24/11 a les 20.00h
Divendres 25/11 i Dissabte 26/11 a les 20.15 h
Diumenge 27/11 les 20.30h

Cinemes Alexandra
 (Rambla Catalunya, 90. Barcelona)
De divendres 18/11 a dijous 1/12 a les 14:20h

Cinemes Catalunya (C/ Sant Pere, 9. Terrassa)
Dilluns 28/11 a les 20:00h

CRAC - Centre Rubinenc d'Alternatives Culturals
 (C/ Sant Joan, 1. Rubí)
Dimecres 30/11 a les 19:00h

Carpa Festes Alternatives de Sant Andreu del Palomar
 (pont C/ Sant Adrià. Barcelona)
Dissabte 03/12 a les 17:00h

(confirmeu horaris a la cartellera i altres projeccions a www.interferencies.cc)

www.interferencies.cc
@_interferencies
 
facebook.com/interferencies
verkami.interferencies.cc

22 de novembro de 2011

La cooperación no es una causa perdida


Un polémico libro sostiene que medio siglo de ayuda occidental al desarrollo ha sido un fracaso - Las ONG reivindican sus logros aunque admiten que faltan soluciones políticas

Ver en El País


21 de novembro de 2011

A ter em conta

A longa caminhada de Nuno Ferreira por Portugal é agora um livro

Buenos días, mala suerte: deberes pendientes de los verdaderos demócratas para la próxima legislatur​a


Seré breve: esto no va de ideologías políticas, ni siquiera de sensibilidades políticas; esto va de que nuestra Democracia no es democrática, esto va de que el voto de unos ciudadanos vale menos que el de otros:

-PP: 10.438.000 votos > 186 escaños (158)
-PSOE: 6.715.000 votos > 110 escaños (102)
-CiU: 984.000 votos > 16 escaños (15)
-IU: 1.627.000 votos > 11 escaños (25)
-AMAIUR: 332.000 votos > 7 escaños (5)
-UPyD: 1.110.000 votos > 5 escaños (17)
-PNV: 322.000 votos > 5 escaños (5)
-ERC: 248.000 votos > 3 escaños (4)
-BNG: 161.000 votos > 2 escaños (3)
-CC: 128.000 votos > 2 escaños (2)
-Compromis: 124.000 votos > 1 escaño (2)
-FAC: 97.850 votos > 1 escaño (1)
-Geroa-Bai: 42.000 votos > 1 escaño (1)
-EQUO: 215.000 votos > 0 escaños (3)


Entre paréntesis, los resultados de las elecciones de ayer bajo una Ley Electoral más justa, que otorgara un número de diputados proporcional al número total de votos de cada partido (más detalladamente aquí)

Ahora reflexionemos: ¿qué habría ocurrido en este país en las últimas legislaturas (cuatro o cinco, por ejemplo) si se hubiera aplicado una distribución justa de los votos? ¿Habrían tenido tanto poder los partidos mayoritarios? ¿Qué partidos habrían tenido fuerza para decantar la balanza en asuntos de relevancia? ¿Habrían tenido el mismo papel los nacionalistas?

La cosa está muy clara: esta Democracia NO ES democrática, LA LEY ELECTORAL NO SIRVE. Cada vez está más claro lo primero que debemos conseguir los verdaderos demócratas.

18 de novembro de 2011

Revista Números Rojos


Revista


MANIFIESTO NÚMEROS ROJOS
Sabemos lo que hemos hecho mal, que hemos contribuido a que la información sea una pieza más del ruinoso engranaje económico actual, que hemos tendido puentes para que la globalización absorba a los medios de comunicación en su constante dinámica homogeneizadora, y que hemos consentido que la realidad se postre a los rigores del poder, obviando que nuestra labor era la de aprender a interpretar el mundo, en toda su complejidad, para poder contárselo a otros. Por eso…
NUMEROS ROJOS es nuestra expiación.
NUMEROS ROJOS es un latigazo a nuestras conciencias.
NUMEROS ROJOS es nuestro sueño contra tu pesadilla.


Números Rojos nace de la CRISIS de identidad de un puñado de profesionales de la información que no quiere tratar su producto como pura mercancía. Queremos darnos el gusto hacer un periodismo sin concesiones a intromisiones externas. Hechos, cifras, números y análisis serán nuestras mejores bazas para intentar reclutar un ejército de fieles que persigan un fin último común: 


JUSTICIA SOCIAL. Números Rojos es una reacción alérgica a la manipulación, un homenaje a la independencia desde la humildad más absoluta. Porque nos apasiona la política que busca el bienestar de todas las PERSONAS, y porque sabemos que el periodismo es nuestra mejor herramienta para participar en la lucha por la IGUALDAD de todos los seres humanos. Pedimos justicia social y aportamos crítica. Deseamos igualdad y ofrecemos rigor. Nosotros, como tú, queremos por encima de todo un mundo sin Números Rojos, por eso apelamos a la épica.


Si quieres que este proyecto sea una realidad, pincha aquí
“La sociedad de la información es una
de las más ignorantes de la historia”

Giovanni Arrighi, economista y sociólogo

16 de novembro de 2011

FOTO DE EUROPA UNIDA


INTERCAMBIO DE CARTAS ABIERTAS


La PROBLEMATI​CA GRIEGA vista por Griegos y Alemanes



Transcribo una carta (la última de las dos) que me parece GENIAL sobre la verdad de los problemas de la crisis economica de Grecia.


Esto, sin tomar en cuenta la verdad de que, considerando la "deuda total" en la eurozona, el campeón no es Grecia. La superan Holanda con 234%, Irlanda con 222%, Bélgica con 219%, España con 207%, Portugal con 197%, Italia con 194%, etc. etc.

Saludos

Ing. Georgios Souvatzis

INSÓLITO E HILARANTE INTERCAMBIO DE CARTAS ABIERTAS APARECIDAS EN EL PERIÓDICO SEMANAL ALEMÁN “STERN”


Hace unos meses, apareció publicada una Carta Abierta dirigida a “Queridos griegos” por un ciudadano alemán de nombre Walter Wuellenweber, que como título llevaba :



Después que Alemania tuvo que salvar a los bancos, ahora debe salvar también a Grecia.

Los griegos que primero han hecho alquimias con el Euro, ahora en vez de hacer economías, hacen huelgas

Queridos griegos: desde 1981 pertenecemos a la misma familia.

Nosotros, los alemanes, hemos aportado como nadie otro al Fondo común, cerca de 200.000.000.000 euros, mientras que Grecia ha recibido cerca de 100 mil millones de esa suma, o sea la mayor suma per cápita que ningún otro pueblo de la UE.

Nunca ningún pueblo ayudó hasta ahora voluntariamente hasta este grado a otro y por tanto tiempo.

Son Uds sinceramente, los amigos más caros que tenemos.

El caso es que no solo Uds se engañan a sí mismos, sino que también a nosotros.

En esencia, Uds nunca demostraron ser merecedores de nuestro Euro.

Desde su incorporación como moneda de Grecia, nunca lograron hasta ahora cumplir con los criterios de estabilidad.

Dentro de U.E. son el pueblo que gasta las mayores sumas en bienes de consumo.

Uds descubrieron la Democracia, entonces deben conocer que se gobierna a través de la voluntad del pueblo, quien finalmente tiene la responsabilidad. No digan entonces, que solo los políticos son responsables del desastre.

Nadie los obligó a evadir durante años impuestos, oponerse a cada política coherente para reducir el gasto público y nadie los obligó a elegir los gobernantes que han tenido y tienen.


Los griegos son quienes nos han mostrado el camino de la Democracia, de la Filosofía y de los primeros conocimientos de Economía Nacional.

Pero ahora nos muestran un camino equivocado. Y donde Uds ya han llegado, no va más allá!!



A la semana siguiente, STERN publica una Carta Abierta de un griego, dirigida a Wuellenweber:



Querido Walter, me llamo Georgios Psomás. Soy funcionario público y no “empleado público” como despectivamente, como insulto, se refieren a nosotros mis compatriotas y tus compatriotas..

Mi sueldo es de 1.000 euros. Por mes eh? No vayas a pensar que son por día, como te quieren hacer creer en tu país. Fijate que gano una cifra que es muy inferior en euros a la tuya, que es de varios miles.

Desde 1981, tenés razón, pertenecemos a la misma familia. Solo que nosotros les hemos concedido en exclusividad a Uds un montón de privilegios, como ser los principales proveedores del pueblo griego de tecnología, armas, infraestructura (2 autopistas y dos grandes aeropuertos internacionales), telecomunicaciones, productos de consumo, autos, etc. Si me olvido de algo perdóname. Te señalo que dentro de la UE somos los mayores importadores de productos de consumo que elaboran las fábricas alemanas.

La verdad es que no hacemos responsables solo a nuestros políticos por el desastre de Grecia. Contribuyeron mucho algunas grandes empresas alemanas, las que pagaron enormes coimas a nuestros políticos para asegurarse los contratos, para vendernos de todo, como unos cuantos submarinos fuera de servicio, que puestos en el mar, quedan tumbados de costado en el mar.

Yo sé que aún no das crédito a lo que escribo. Teneme paciencia, esperá, lee toda la carta y si no llego a convencerte, te autorizo a que me eches de la Eurozona, ese lugar de la VERDAD, de la PROSPERIDAD, de la JUSTICIA y de lo CORRECTO.


Estimado Walter:


Pasó más de medio siglo desde que la 2da Guerra Mundial terminó, ES DECIR MÁS DE 50 AÑOS, desde la época en que Alemania debería haber saldado sus obligaciones con Grecia.

Estas deudas, QUE SOLO ALEMANIA hasta ahora se resiste a saldar con Grecia, (Bulgaria y Rumania han cumplido en pagar las indemnizaciones estipuladas), consisten en :


1. Una deuda de 80.000.000 de marcos alemanes por indemnizaciones, que quedó impaga desde la Primera Guerra Mundial

2. Deudas por diferencias de clearing, en el período entreguerras, que asciende hoy en 593.873.000 dólares USA.

3. Los préstamos obligados que contrajo el III Reich a nombre de Grecia durante la ocupación alemana, que ascendieron en 3,5 mil millones de dólares durante todo el período de ocupación.

4. Las reparaciones que debe Alemania a Grecia , por las confiscaciones , persecuciones, ejecuciones y destrucciones de pueblos enteros, rutas, puentes, líneas ferroviarias, puertos, que produjo el III Reich,y que según lo dictaminado por los tribunales aliados, asciende a 7,1 mil millones de dólares, de los cuales Grecia no vio un billete aún.

5. Las inmensurables reparaciones de Alemania por la muerte de 1.125.960 griegos (38.960 ejecutados, 12.000 muertos como daño colateral, 70.000 muertos en combate, 105.000 muertos en los campos de concentración en Alemania, 600.000 muertos de hambre, etc. etc.)

6. La tremenda e inmensurable ofensa moral ocasionada al pueblo griego y a los ideales humanísticos de la cultura griega.


Sé amigo Walter, que no te debe gustar para nada lo que te escribo. Lo lamento

Pero más me molesta lo que Alemania quiere hacer conmigo y con mis compatriotas.

Amigazo Walter: en Grecia operan 130 empresas alemanas, dentro de las cuales se incluyen todos los colosos de la industria de tu país, las que tienen ganancias anuales de 6,5 mil millones de euros.

Muy pronto Walter, si la cosa sigue así, no podré comprar más productos alemanes, porque cada vez tengo menos dinero. Yo y mis compatriotas crecimos siempre con privaciones, lo vamos aguantar, no te hagas problema. Podemos vivir sin BMW, sin Mercedes, sin Opel, sin Skoda.

Dejaremos de comprar productos de Lidl, de Praktiker, de IKEA.

Pero Uds, Walter, cómo se las van a arreglar con los desempleados que dejará esta situación que por ahí los obligue a bajar su standard de vida, sus autos lujosos, sus vacaciones al exterior, sus excursiones sexuales a Tailandia?

Uds (alemanes, suecos, holandeses, y restantes “compatriotas” de Euroza) pretenden que nos vayamos de Europa, de la Eurozona y no sé también de donde más.

Creo firmemente que debemos hacerlo, para salvarnos de una Unión que es una banda de especuladores financieros, un equipo en el cual jugamos, si consumimos los productos que Uds ofrecen: préstamos, bienes industriales, bienes de consumo, obras faraónicas, etc.

Y finalmente Walter, debemos “arreglar” otro tema importante, ya que vos también, sos deudor de Grecia:

¡EXIGIMOS QUE NOS DEVUELVAN LA CIVILIZACIÓN QUE NOS ROBARON!!!

Queremos de vuelta a Grecia las inmortales obras de nuestros antepasados, que guardan en los museos de Berlín, de Munich, de París, de Roma y de Londres.

Y EXIJO QUE SEA AHORA!! Ya que si me muero de hambre, me quiero morir al lado de las obras de mis antepasados

Cordialmente

Georgios Psomás

Opinião: Os europeus correm contra o muro


Entrevista de um professor chinês de economia, sobre a Europa, o Prof. Kuing Yamang, que viveu em França:


1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas , ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos...

2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.

4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.

6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!

8. Dentro de uma ou duas gerações 'nós' (os chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacas de arroz...

9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...

10. Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta velocidade...

13 de novembro de 2011

Desafio



Há algumas semanas atrás, a minha amiga e escritora Márcia Cristina Lio Magalhães (http://marciacristinaliomagalhaes.blogspot.com/), do blog Poetar é Preciso, desafiou-me com este questionário, mas nunca encontrei o tempo necessário para responder. Entrego-o com a sensação de estar totalmente inacabado, já que vivo a 1200 Km da minha biblioteca pessoal e sei que deixo muitos títulos e autores de fora da minha “lista obrigatória”. Mas, enfim, fica aqui a minha tentativa...

1 - Existe um livro que relerias várias vezes?

A Ilha, de Aldous Huxley. Mas, simplesmente porque é o primeiro que me vem à mente... Mas, há muitos outros que poderia reler inúmeras vezes.


2 -Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?

Devia ser realmente chato, porque nem me lembro do título...


3 -Se escolhesses um livro para ler no resto da tua vida, qual seria?
O Jogo do Mundo, de Julio Cortázar, porque cada vez que o lemos descobrimos novas facetas. Ainda por cima, podemos também escolher a ordem dos capítulos e assim reinventar a(s) história(s)... Poesia Toda, de Herberto Hélder, também seria uma eleição, sem dúvida. Ou (por que não?) Ilíada e Odisseia, de Homero, Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões, Don Quijote de la Mancha, de Cervantes...

4 -Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, nunca leste?
À la recherche du temps perdu, de Marcel Proust
E um sem-número de grandes clássicos, como Lolita (Vladimir Nabokov) ou Guerra e Paz (Lev Tolstoi)... A Divina Comédia, de Dante Alighieri... Ulisses, de James Joyce.
A lista é infinita, (in)felizmente!

5 -Que livro leste cuja «cena final» jamais conseguiste esquecer?
Não sei precisar, mas, ultimamente, cada parágrafo que leio de Valter Hugo Mãe surpreende-me e deixa-me ansioso pelo seguinte...

6 -Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual o tipo de leitura?
Sobretudo literatura infantil das colecções:
Uma Aventura (Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães)
Viagens no Tempo (Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães)
Triângulo Jota (Álvaro Magalhães)
O Clube das Chaves (Maria Teresa Maia Gonzalez e Maria do Rosário Pedreira)

Ou livros da Alice Vieira, como:
A Espada do Rei Afonso
Chocolate à Chuva
Este Rei que eu escolhi
Águas de Verão
Flor de Mel
Viagem à Roda do meu nome
Às dez a porta fecha
Úrsula, a Maior

E da Sophia de Melo Breyner:
A Menina do Mar
A Fada Oriana
O Cavaleiro da Dinamarca
O Rapaz de Bronze
A Floresta

O Principezinho (Antoine de Saint-Exupéry)

Mas, também me lembro que li alguma coisa de António Torrado e da Maria Alberta Menéres.


Além destes, li também vários livros das colecções de Astérix, de Tintin e Lucky Luke...

Além da literatura infantil também comecei a interessar-me por livros de História e de Geografia, por influência da minha mãe, com certeza...

7 - Qual o livro que achaste chato, mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?
A Sibila, de Agustina Bessa-Luís, e só o li porque era obrigatório...
8 -Indica alguns dos teus livros/Autores preferidos.
Só indicarei romances, contos, poesia e alguma ou outra peça teatral... Deixo de parte livros de ensaio ou de análise social, histórica, política e/ou filosófica ou sobre temas de Actualidade, que também me interessam muito e são os que mais leio neste momento... E também não refiro nenhum livro com crónicas de viagens, que normalmente fazem parte dos meus hábitos de leitura. 

O Banqueiro Anarquista (Fernando Pessoa)
Cartas a um Jovem Poeta (Rainer Maria Rilke)
Loucura... (Mário de Sá-Carneiro)
Vinte poemas de amor e uma canção desesperada (Pablo Neruda)
A Montanha Mágica (Thomas Mann)
A Princesa (D.H. Lawrence)
A Ilha (Aldous Huxley)
Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley)
Regresso ao Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley)
Geração Perdida (Aldous Huxley)
Memoria de mis putas tristes (Gabriel García Márquez)
O estrangeiro (Albert Camus)
A queda (Albert Camus)
As moscas (Jean-Paul Sartre)
As Vinhas da Ira (John Steinbeck)
1984 (George Orwell)
O Triunfo dos Porcos (George Orwell)
O Velho e o Mar (Ernest Hemingway)
Uma longa história (Günter Grass)
O barco Bêbado (Arthur Rimbaud)
As Flores do Mal (Charles Baudelaire)
O Jogo do Mundo (Julio Cortázar)
Vinte anos e um dia (Jorge Semprún)
Viento del Pueblo (Miguel Hernández)
Campos de Castilla (Antonio Machado)
Bodas de Sangre (Federico García Lorca)
Aparição (Vergílio Ferreira)
Segura-te ao meu peito em chamas (Possidónio Cachapa)
O Medo (Al Berto)
O Amor é Fodido (Miguel Esteves Cardoso)
Poesia Toda (Herberto Hélder)
O Livro (José Luís Peixoto)
A máquina de fazer espanhóis (Valter Hugo Mãe)
O filho de mil homens (Valter Hugo Mãe)
Pátria (Robert Harris)
Bichos (Miguel Torga)
Contos da Montanha (Miguel Torga)
O sentimento de um ocidental (Cesário Verde)
Memorial do Convento (José Saramago)
A Jangada de Pedra (José Saramago)
Ensaio sobre a Cegueira (José Saramago)
Ensaio sobre a Lucidez (José Saramago)
As Intermitência da Morte (José Saramago)
A Viagem do Elefante (José Saramago)
Caim (José Saramago)
Crónica dos Bons Malandros (Mário Zambujal)
O Delfim (José Cardoso Pires)
A Sombra do Vento (Carlos Ruiz Zafón)
Um dia de cólera (Arturo Pérez-Reverte
El hombre sentimental (Javier Marías)
El médico de Ifni (Javier Reverte)
Jo confesso (Jaume Cabré)
O Fio das Missangas (Mia Couto)
Terra Sonâmbula (Mia Couto)
A Varanda de Frangipani (Mia Couto)
O último vôo do Flamingo (Mia Couto)
Um Rio chamado Tempo, uma Casa chamada Terra (Mia Couto)
Venenos de Deus, Remédios do Diabo (Mia Couto)
Jesusalém (Mia Couto)
Milagrário Pessoal (José Eduardo Agualusa)
Barroco Tropical (José Eduardo Agualusa)
Bom Dia Camaradas (Ondjaki)
O livro dos mandarins (Ricardo Lísias)
O Rastro do Jaguar (Murilo Carvalho)

e tantos, tantos e tantos outros...



9 – Que livros estás a ler?


Jonathan Franzen: Libertad (Freedom), numa edição em castelhano.
Erasmo de Rotterdam: Elogio de la estupidez, também em castelhano.
10 - Indica 10 amigos para responderem a este inquérito.

Entrevista a Prem Milan

Prem Milan. “90% dos homens não têm orgasmo. Orgasmo não é ejacular, gente! ”

Tenho liberdade de falar, mas quando há desemprego e começa a haver fome a liberdade começa a ser condicionada. E há medo...

Vasco Lourenço. “Se chegarmos a um extremo, os militares devem dizer acabou”

9 de novembro de 2011

Germany: Fall of Berlin Wall anniversary

euronews

CRONICA DE VIAJE: EL REINO DE SUAZILANDIA


Suazilandia es un país pequeño con mucho color y calidez para ofrecer, un reinado que perdura protegido entre las montañas y que intenta proyectarse hacia un futuro más seguro para bienestar de todos los que lo habitan.

Antes de llegar a Mbabane, se encuentra otra de las reservas que hemos tenido la suerte de visitar, es el “Milwane Game Sanctuary”. Situada en el valle “Ezulwini”, entre Mbabane e Manzini. En el borde oeste del Santuario se pueden encontrar grandes precipicios. Allí también se encuentra la popular Montaña Nyonyane, con su pico de granito y al que tiempos atrás llamaban “La roca de ejecución”. Se cuenta que allí se realizaban actos de justicia tradicional donde los criminales eran obligados a saltar desde lo alto.
 
 
RAFO DIAZ
 

Zangam-se as comadres...

Sarkozy chamou mentiroso a Netanyahu

Jornada "Què està canviant en la cooperació internacional en salut?" - 16 novembre, Barcelona




7 de novembro de 2011

100 links para clicar antes de morrer



Uma seleção com os 100 melhores links publicados na coluna Web Stuff, do suplemento Opção Cultural, do Jornal Opção. A lista faz uma espécie de inventário do que teve de melhor na internet nos últimos três anos. Os links que compõem a lista contemplam os mais díspares perfis e abrange os mais diferentes segmentos e tendências: música, livros, cinema, fotografia, ciência, tecnologia, jornalismo, mídias sociais, artes e humanidades. Entre os 100 links para se clicar antes de morrer, destacam-se: Toda a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para download; O maior acervo de arte da internet; 750 mil livros para download; 1001 álbuns para ouvir antes de morrer; O maior acervo de vídeos de jazz da internet; A obra completa de Machado de Assis para download; 10 mil jornais de todo o planeta em um só lugar; 20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson; As 20 obras de arte mais caras da história; As 100 maiores canções de jazz de todos os tempos (com vídeo e áudio incorporados).

VIDEO DE ADISL-Asociación de discapacitados de San Ildefonso- Hay que hacerles promoción para que opten a un premio!

Tão inocentezinhos...

Aos 22 anos eles vão passar cinco meses a viajar e trabalhar por África

Sem Papa...

A contestação sem roupa chegou ao Vaticano

6 de novembro de 2011

Diálogo entre Colbert e Mazarin durante o reinado de Luís XIV ( "L' État c'est moi")



"A classe média é o pó da sociedade. Está flutuando, não está em cima e nem embaixo..." (Leon Trotsky)





PERSONAGENS:

Jean Baptiste Colbert > ministro de estado de Luis XIV.
(Reims, 29 de Agosto de 1619 – Paris, 06 de Setembro de 1683)

 Jules Mazarin > nascido na Itália, foi cardeal e primeiro ministro da França.
(Pescina, 14 de julho de 1602 — 9 de março de 1661)

- ColbertPara encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não
é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é
possível continuar a gastar, quando já se está endividado até ao pescoço...

- MazarinSe se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se
parar à prisão.. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado
para a prisão. Então, ele continua a endividar-se...todos os Estados o fazem!

- ColbertAh, sim? O Senhor acha isso mesmo? Contudo, precisamos de dinheiro. E como
é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?
- MazarinCriam-se outros.

- ColbertMas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

- MazarinSim, é impossível.

- ColbertE então...os ricos?

- Mazarin: Os ricos também não. Eles não gastariam mais. Um rico que gasta faz viver
centenas de pobres..
- ColbertEntão, como havemos de fazer?

- Mazarin
Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente!
Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos.
É um reservatório inesgotável!

Extraído de “Diálogos de Estado”

Organigrama da Crise