31 de outubro de 2012

Vera Mantero e Nuno Rebelo juntos no Teatre Antic - Sexta-feira, 2 de novembro




Vera Mantero e Nuno Rebelo juntos no Teatre Antic de Barcelona próxima sexta-feira, 2 de novembro, no âmbito da X Mostra Portuguesa em Espanha

A colaboração entre o músico Nuno Rebelo, ex componente da saudosa banda Mler Ife Dada, e a coreógrafa e bailarina Vera Mantero remonta a meados dos anos 90's e tem vindo a tomar formas diferentes. Por um lado, Nuno Rebelo compôs música para as coreografias de Vera Mantero e, por outro lado, Vera Mantero integra, enquanto cantora, dois projectos musicais com Nuno Rebelo: o trio 'So Happy Together' e o quarteto 'Separados Frutos'. À parte destas colaborações, os dois participaram juntos em vários projectos de improvisação. Esta será, contudo, a primeira vez que os dois se apresentam em duo, num espectáculo de improvisação em que a transfusão entre as duas áreas - música e dança - pode dar-se a cada momento.

(Mais informação em www.portugalconvida.net)

Cooperação e Desenvolvimento: Newsletter ONGD



Quê!?

Corveta "Oliveira e Carmo" e navio-patrulha "Zambeze" já estão no fundo do mar

Hoy en Valladolid - proyeccion documental "Living in Emergency" - Medicos sin Fronteras





Hoy a las 19.00, presentación y proyección del documental "Living in Emergency", de Médicos Sin Fronteras. En el Aula Mergelina de la Facultad de Derecho de Valladolid. Con la presencia de:

- Miguel Angel: farmaceútico, primera misión, trabajador con MSF Bélgica.
- Carmen López Mingo: economista. 2 misiones. Coordinadora financiera en Colombia e India.
- Luis Ponte: Economista. Multitud de misiones desde 2006. Comenzó como financiero, pasando por MIO (Mobile Implementation Officer) hasta CT –coordinador de terreno- (India, última misión).
- Patricia Lledó: obstetra. 28 meses de experiencia en terreno, con OCBA y los belgas también, en las crisis más acuciantes, bajo el conflicto (Sierra Leona, Pakistán, Afganistán, Somalia).
- José Luis Vázquez: Ingeniero. Trabaja un mes al año desde hace 5 (antes, dos años de experiencia en MSF) con la Unidad de Emergencia como logista.
 

30 de outubro de 2012

Education...







X Mostra Portuguesa: "Salão de Jogos" Ilustrações e Desenhos de João Fazenda



Nueva publicación del Área Género: Sinergias



El Área Género, Sociedad y Políticas de FLACSO Argentina anuncia el lanzamiento de SinerGias - una serie de cuadernos digitales que, en sus primeros números, reúnen artículos sobre temáticas relevantes de los debates contemporáneos sobre las relaciones de género elaborados por integrantes del equipo del Área. 

Iniciamos esta colección con "Fundamentos y orientaciones para la integración del enfoque de género en políticas, programas y proyectos", elaborado por Gloria Bonder.

Pueden acceder al documento en: http://www.prigepp.org/publicaciones.php

SETEM: Enquesta per a la base social



29 de outubro de 2012

Ao Povo!




Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e-mail para todos os contactos.
 



Caros Amigos, 

Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar. 

Acabou o recreio !!!!!!!!!!!!!!! 

Este texto vai circular hoje e será lido por milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso. 

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar. Nenhum governante fala em: 


1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República. 2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.
 

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego. 

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo. 

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados? 

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821. 

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia. 

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades. 

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;. 

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes... 

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos. 

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc. 

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis. 

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA. 

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.
 

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar. 

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado. 

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP. 

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora. 

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos. 

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público. 

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD). 

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado. 

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem". 

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam; 

26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise". 

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida. 

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
 
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois. 

30. Pôr os Bancos a pagar impostos. 

31. Denunciar as falsas boas vontades de campanhas, seminários e 'formações' destinadas a caçar subsídios, a subsídiodependência, em que cada acção é um modelo novo na frota automóvel. 

32. Não papar festivais e golpadas, como 7 maravilhas disto e daquilo, que engordam muitos à custa dos votos e telefonemas imbecis para promover aquilo que não tem excelência e nem qualidade para ser destacado. Todas estas manobras promovem 'salazares e alheiras' e afundam o que realmente tem valor em Portugal... 

33. Impedir o 1.º Ministro de cometer graves atropelos à Constituição, à Lei Geral e Lei do Trabalho, tais como as medidas catastróficas e mesmo criminosas, mascaradas num falso plano de austeridade que vai conduzir Portugal ao abismo. 

34. Revogar os prazos de pagamento da dívida ao FMI, BCE e CE, no sentido de os alargar ao maior prazo possível sem agravamento dos já altíssimos juros. 

35. Tomar medidas urgentes contra as multinacionais, holdings e bancos, que são os verdadeiros donos do FMI, BCE e CE., e estão a aguardar agindo nos bastidores, como abutres que espreitam moribundos, que as empresas entrem em falência para serem absorvidas a preços ridículos, alastrando uma praga de desemprego e miséria que é cada vez mais grave 

Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e-mail para todos os contactos. » 

POR TODOS NÓS E PELOS NOSSOS FILHOS.

Sem papas na língua...


Palencia: Documental "Construyendo Solidaridad"



AVISO A NAVEGANTES:

Mañana en la Biblioteca Pública de Palencia a las 19:00, en la sala de la 1ª planta, presentamos un documental "Construyendo Solidaridad" de Asamblea de Cooperación por la Paz (ACPP) la ongd de la que somos socios y voluntarios César Alfredo y yo. Es una breve presentación (18') de dos proyectos financiados por la Junta de Castilla y León en Suchitoto, un municipio de El Salvador. Os invito a todos a que nos acompañéis ese ratito, seréis muy bienvenidos! 

Marta Peña Aristín

3ª temporada de Guía Completa de Borratajos y Ruidos: "Éramos unos niños" (Patti Smith) PODCAST YA DISPONIBLE!



La Guía Completa de Borratajos y Ruidos (Radio Círculo, Círculo de Bellas Artes, Madrid. 100.4 FM) vuelve al aire después del descanso veraniego, y esta vez lo hace "con un pie en la calle y otro en la Vía Láctea" . Su capitán, Víctor López, ha vuelto a hacerme el honor de invitarme a su estudio sobre la Gran Vía madrileña, esta vez para disecar "Éramos unos niños", el libro de nuestra querida madrina, Patti Smith.

El programa se emitió el lunes 1 de octubre de 2012 en el nuevo horario, de 15 a 16h. Si no llegaste a tiempo ya tienes disponible el podcast. Puedes escucharlo o descargártelo en: 


El tracklist sobre éste y otros programas están aquí:


Que los disfrutes. Volveremos.

[Traducciones: el que te dije]



24 de outubro de 2012

Proceso a los responsables del genocidio financiero y los desahucios



Lo llaman crisis, pero es una estafa. Lo llaman suicidio, pero es #GenocidioFinanciero

Durante el día de hoy, varios medios de comunicación informaban del suicidio de Jose Miguel Domingo, vecino de Granada, minutos antes de ser desahuciado

 

“…Un hombre ha sido hallado esta mañana ahorcado en el patio de un domicilio del barrio granadino de La Chana adonde iba una unidad policial para ejecutar un desahucio por orden judicial. El fallecido es Jose Miguel Domingo, de 54 años, según adelantaron fuentes policiales a Radio Granada.
El cuerpo ha sido localizado por el hermano de Miguel Ángel , quien ha avisado a la Policía Local sobre las nueve de la mañana. Una hora después del hallazgo del cadáver, una patrulla de la Unidad de Prevención y Reacción del Cuerpo Nacional de Policía se ha personado en la zona para ejecutar un desahucio por orden judicial. Al cruzar datos los agentes desplazados a la zona, se han percatado de que la persona objeto de este desalojo era la misma que se había suicidado, según explicaron fuentes judiciales.
La víctima, según informa Europa Press, regentaba un quiosco de prensa situado en el mismo domicilio donde ha fallecido y donde también su hermano tenía habilitada una zona como frutería…”

Esto no es una excepción. Hay cientos de suicidios silenciados, y miles que lo han intentado o lo han pensado seriamente. Cientos de miles de vidas rotas por hipotecas abusivas y una legislación perversa que condena a la gente de por vida, con una deuda perpetua y sin vivienda. Mientras, los responsables de la estafa, los bancos y el Gobierno, siguen impunes atentando contra los derechos fundamentales de las personas.

La PAH convoca a una concentración el viernes 26 de octubre 
(pl. Catalunya, a las 21 h),   
para mostrar la solidaridad ciudadana con la familia de Jose Miguel bajo el lema:

“Contra el genocidio financiero y los desahucios, procesemos a los culpables”

23 de outubro de 2012

Aniversario del Prestige: Diptico y Ciberacción




  • Hemos lanzado la ciberacción "Yo acuso".Os invitamos a todos a que firméis la carta y la difundáis entre todos vuestros contactos, redes sociales, etc. Yo acuso a los responsables políticos de la catástrofe del Prestige http://www.ecologistasenaccion.org/article2002.html

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Ecologistas en Acción-Palencia
C/Sta. Maria de la Cabeza, 23(Centro Social Bº del Carmen)
Aptdo. de correos 664-34080
web: http://www.ecologistasenaccion.org/palencia
blog: http://ecologistaspalencia.wordpress.com
twitter: http://twitter.com/eeapalencia
facebook: http://www.facebook.com/pages/Ecologistas-en-Acci%C3%B3n-Palencia/145207675549138 

SE PUEDE DECIR MAS ALTO, PERO NO MAS CLARO.


Semillas de libertad


Semillas de Libertad cuenta la historia de las semillas, desde sus raíces en el corazón de los sistemas tradicionales y diversos de cultivo en todo el mundo, hasta su transformación en una poderosa comodidad, utilizadas para monopolizar el sistema global de alimentación.

La película destaca hasta qué punto el sistema de agricultura industrial, y las semillas genéticamente modificadas en particular, ha impactado en la enorme agro-biodiversidad evolucionada por agricultores y comunidades de todo el mundo, desde el comienzo de la agricultura.
Semillas de Libertad pretende cuestionar el mantra de que a gran escala, la agricultura industrial es el único medio por el cual podemos alimentar al mundo, promovida por el grupo de pro-transgénicos. En el seguimiento de la historia de la semilla, se ve claramente como la agenda de las empresas ha llevado a la toma de control de las semillas, con el fin de obtener vastos beneficios y control sobre el sistema alimentario mundial.
 
 

18 de outubro de 2012

Silvia Pérez Cruz · Pare meu


Amparo Sánchez - Alma de Cantaora


Próximas acciones contra el "fracking" en Palencia



1º/ La Fractura Hidráulica "fracking" ha llegado a nuestra provincia por este motivo Ecologistas en Acción Palencia, durante estos dias esta mandando cartas a todos los municipios afectados, para que se aprueben mociones en contra.
 
Carta enviada:
 
 
Ejemplo de moción:
 
 
Para que estas cartas no queden en el olvido necesitamos tu colaboración como ciudadan@, para que hagas saber a tu Ayuntamiento, el porqué es importante hacer una moción contra el Fracking.
 
Municipios de Palencia afectados directamente en la actualidad:
 
Velilla del Río Carrión, Guardo, Mantinos, La Pernía, Cervera de Pisuerga, Dehesa de Montejo, Mudá, San Cebrián de Mudá, Salinas de Pisuerga, Aguilar de Campoo, Barruelo de Santullán, Brañosera, Pomar de Valdivia, Castrejón de la Peña, Roscales de la Peña, Congosto de Valdavia, La Puebla de Valdavia, Báscones de Ojeda, Payo de Ojeda, Olmos de Ojeda, Santibañez de Ecla, Prádanos de Ojeda, La Vid de Ojeda, Collazos de Boedo, Herrera de Pisuerga, Sotobañado, Priorato, Páramo de Boedo, San Cristobal de Boedo, Santa Cruz de Boedo, Espinosa de Villagonzalo, Bárcena de Campos, Villameriel, Dehesa de los Romanos, San Martín del Monte, Alar del Rey, Baltanás, Cobos de Cerrato, Tabanera de Cerrato, Villahán, Herrera de Valdecañas, Palenzuela, Villodrigo, Reinoso de Cerrato, Hornillos de Cerrato, Villaviudas, Valle de Cerrato, Villaconancio, Castrillo de Onielo, Cevico de la Torre, Vertavillo, Cevico Navero, Alba de Cerrato, Hérmedes de Cerrato, Osorno, Lantadilla, Marcilla de Campos, Itero de la Vega, Frómista, Boadilla del Camino, Melgar de Yuso, Támara de Campos, Santoyo, Astudillo, Palacios de Alcor, Villalaco, Cordovilla La Real, Quintana del Puente, Torquemada, Valdeolmillos, Villamediana, Antigüedad, Castrillo de Don Juan y Espinosa de Cerrato.
 
Ya han aprobado mociones:
 
Aguilar de Campoo, Salinas de Pisuerga, S. Cebrián de Mudá 
 
2º/ También nos ha llegado una convocatoria para una Mesa Redonda contra la Fractura Hidráulica "fracking" en la provincia de Palencia que se celebrará el próximo Viernes 19 de octubre a las 19:30 en la estación de Autobuses de la capital y a la que esta invitada cualquier persona ó colectividad interesada en el tema.
 
Convocatoria:
 
_______________________________________________
 
 
Ecologistas en Acción-Palencia
C/Sta. Maria de la Cabeza, 23(Centro Social Bº del Carmen)
Aptdo. de correos 664-34080
web: http://www.ecologistasenaccion.org/palencia
blog: http://ecologistaspalencia.wordpress.com/
twitter: http://twitter.com/eeapalencia
facebook: http://www.facebook.com/pages/Ecologistas-en-Acci%C3%B3n-Palencia/145207675549138

NO ES ASÍ…


(Declaración)

ONGD, solidaridad y multinacionales en tiempos de crisis


No cabe duda de que corren tiempos difíciles para la cooperación internacional y para las
organizaciones que llevamos años trabajando en ella por el cumplimiento de los derechos
humanos, sociales, económicos y culturales en todos los lugares del mundo, para hombres y mujeres, así como por preservar un futuro ecológicamente viable para nuestra sociedad.
El contexto de la crisis económica ha servido para que desde la mayor parte de las administraciones públicas, no sólo se haya abandonado el compromiso del 0,7%, sino que se haya desmantelado prácticamente todo lo logrado trabajosamente en dos décadas en cuanto a políticas públicas de cooperación internacional.

Nuestra sociedad, que hace una década vivía un idilio con las ONGD y con la cooperación internacional, se encuentra actualmente aturdida por tantos golpes recibidos, llena de interrogantes y urgida de referentes. En este contexto la cooperación internacional y la educación social con ella asociada, al contrario de los que se nos quiere hacer ver, es más necesaria que nunca.

Sin embargo, hoy las mismas ONGD atraviesan una crisis por la necesidad de resituar la orientación de su trabajo y sus mensajes en las actuales circunstancias, así como por la repentina escasez de fondos que amenaza a la misma existencia de muchas de ellas. Es en este contexto que analizamos fenómenos como el que se ha manifestado a través de la campaña “Somos así, unidos para cambiar el mundo”, en la que 25 ONGD se dirigen a nuestra sociedad, junto a una serie de empresas de todo tipo con la intención de estimular el espíritu solidario en nuestra sociedad, así como algunas otras iniciativas bilaterales recientemente presentadas entre ONGD y multinacionales.

La asociación entre las ONGD y el mundo empresarial, especialmente con multinacionales
españolas con presencia en los países de destino de la ayuda, es estimulada desde muchas
administraciones públicas, como una forma de substituir la inversión en políticas públicas, por la filantropía empresarial, y despierta el interés de algunas empresas que han tenido y tienen mucho que ver con la crisis actual, tanto en nuestro país como en el mundo, como una forma de mejorar su imagen ante el público potencialmente consumidor de sus servicios.

Pero lo más grave es que varias de las empresas patrocinadoras de estas campañas han sido en numerosos ocasiones denunciadas por la violación de derechos en diferentes países donde se han instalado, empezando por el nuestro. Dichas empresas financian este tipo de campañas a través de sus estrategias de Responsabilidad Social que han demostrado que no son más que meros instrumentos de marketing. Eso nos lleva a preguntarnos además cuál es el papel de las ONGD en un asunto cómo este. ¿Cómo podemos denunciar el incumplimiento y agresión de los derechos humanos y acto seguido hacer una campaña pública “solidaria” con quienes lo han realizado? No se trata de un debate estéril sobre la pureza o no de la financiación sino un debate central y moral sobre el papel que las ONGD tienen que tener en la sociedad actual.

Se trata de una disonancia de mensajes que acaba pasando factura, sobre todo entre significativos sectores y movimientos sociales más activos y conscientes. Es lógico que los mensajes dirigidos a diferentes sectores sociales puedan ser específicos y adaptados, pero
éticamente nunca pueden ser contradictorios entre sí.

Quienes subscribimos esta declaración creemos que, si las ONGD piensan que asociarse con este tipo de empresas puede ser una salida para encontrar los recursos que ahora escasean, no han tenido en cuenta que esto supone la total deslegitimación social de lo que hacemos y lo que representamos.

Por todo ello nos vemos en la necesidad de dirigirnos  
 
- a toda la gente que se indigna al ver cómo se indultan los delitos financieros y fiscales, mientras se desahucia sin piedad a familias en paro; - a las miles de personas que han apoyado campañas de denuncia de los impactos de megaproyectos de extracción de recursos energéticos sobre los recursos naturales de poblaciones indígenas y sobre sus derechos (que son los recursos y los derechos de todo el mundo y de las generaciones futuras);
- a quienes han colaborado para que algunas empresas españolas respondan legalmente en otras latitudes por sus prácticas laborales abusivas, mientras en nuestro país, con casi un 25% de paro, se realizan despidos masivos;
- a quienes creen que hoy más que nunca se debe terminar con las inversiones en la
industria militar, etc., etc.

Para decirles sencillamente que quienes subscribimos esta declaración somos organizaciones comprometidas con lo que pasa en todo el mundo y en primer lugar en nuestro entorno más próximo, organizaciones que tal vez tendremos más dificultades económicas en estos momentos para desarrollar nuestra labor, pero que consideramos que lo único que no se puede perder nunca es el sentido y la claridad de nuestro mensaje, la confianza y la credibilidad de la gente que nos apoya.

Y hacemos a la vez un llamado al conjunto de organizaciones que trabaja en la cooperación internacional desde una perspectiva de derechos a unir fuerzas, a “cooperar en la cooperación” y a redoblar la transparencia y claridad de los mensajes a la opinión pública. En este camino encontrarán siempre nuestra colaboración.

Subscriben inicialmente:

ACSUR
Amigos de la Tierra
Asociación Andaluza por la Solidaridad y la Paz
Centro de Iniciativas pata la Cooperación Batá
Cooperacció
Ecologistas en Acción
Entrepueblos
HEGOA
Ingeniería Sin Fronteras
Mundubat
Observatorio de la Deuda en la Globalización
Observatorio de las Multinacionales en América Latina
Paz con Dignidad
SODEPAZ
Veterinarios Sin Fronteras

Seminario "CRISIS INTERNACIONAL, NUEVA ARQUITECTURA DE LA COOPERACIÓN"





 
Seminario "CRISIS INTERNACIONAL, NUEVA ARQUITECTURA DE LA COOPERACIÓN"
 
Instituto  Hegoa y Centro América por el Diálogo
23 y 24 de octubre en Zubiria Etxea. UPV/EHU Sarriko
 
(La entrada es libre)
 


 
Tamara de Gracia
MUGARIK GABE
944154307
bilbao@mugarikgabe.org
www.mugarikgabe.org
 

Para quem nunca teve oportunidade de desfrutar da neve, aqui vai um testemunho!


video

Porque é que é melhor comer sardinha do que salmão?


Por Alexandra Prado Coelho



  















(Adriano Miranda)



Um peixe dá-nos ómega 3 mas também metilmercúrio. Como avaliar riscos e benefícios? No Dia Mundial da Alimentação, a Gulbenkian organiza nova conferência sobre o tema com a apresentação de estudo.

Comer peixe é bom para a saúde. É. Quer isso dizer que se gostarmos muito de atum e o comermos todos os dias a uma das refeições estamos a ter uma alimentação melhor, mais saudável? Não.

Que o peixe faz bem, sobretudo os mais ricos em ómega 3, é uma mensagem que já interiorizámos. Mas há um outro lado, menos falado: os riscos. E estes prendem-se essencialmente com os contaminantes (como, por exemplo, o metilmercúrio). O que temos de fazer de cada vez que comemos peixe é, dizem os especialistas, encontrar o equilíbrio entre estes riscos e os benefícios.

É este o tema da quinta conferência do ciclo O Futuro da Alimentação - Ambiente, Saúde e Economia, uma parceria entre a Fundação Calouste Gulbenkian e o PÚBLICO, que acontece hoje, no Auditório 2 da Gulbenkian, às 17h30, coincidindo com o Dia Mundial da Alimentação. Presidida por Carlos Sousa Reis, antigo presidente do Instituto Português de Investigação do Mar (Ipimar), tem como oradores José Luís Domingo, investigador catalão especialista em toxicologia, e Carlos Cardoso, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA, ex-Ipimar), que apresenta um estudo sobre os nossos hábitos de consumo de peixe e a relação riscos-benefícios.

"As pessoas têm de seleccionar bem o peixe que comem e o tratamento culinário que aplicam", afirma Carlos Cardoso. Nem todos os peixes têm os mesmos níveis de contaminantes, nomeadamente de metilmercúrio. Os que têm níveis mais elevados são os que estão no topo da cadeia alimentar, ou seja, aqueles que se alimentaram de outros peixes e crustáceos que já tinham retido metilmercúrio que, por sua vez, tinham ingerido o do fitoplâncton e zooplâncton. E no topo estão peixes como o peixe-espada preto, os tubarões, as raias, o espadarte e, "em menor grau", o atum.

Se absorvido em quantidades elevadas, o metilmercúrio afecta o sistema neurológico. E, sobretudo, pode ter consequências bastante negativas sobre o feto se as mulheres grávidas ou a amamentar consumirem muito uma determinada espécie de peixe mais contaminado.

José Luís Domingo, o investigador catalão director do Seafood Risk Assessment da Universidade Rovira i Virgili em Tarragona, explica ao PÚBLICO, numa conversa telefónica, que há três coisas fundamentais a ter em conta quando se escolhe um peixe. A primeira é a procedência. "Há mares fechados, como o Báltico, junto a países altamente industrializados, onde os níveis de contaminação são maiores."

O segundo cuidado a ter é o de não consumir sempre a mesma espécie - por exemplo, o atum de que falávamos. E o terceiro é evitar consumir quantidades muito grandes de um tipo de peixe numa refeição. Mas como estas são indicações gerais, uma equipa liderada por Domingo criou um instrumento, o Programa Ribepeix, que permite ao consumidor medir os níveis de contaminação a que está sujeito quando ingere determinado tipo de peixe.

"Fizemos uma lista das 14 espécies mais consumidas em Espanha, que imagino não serão muito diferentes das de Portugal, e, com a ajuda de análises químicas, construímos um simulador", explica o investigador. "Este indica todos os nutrientes, mas também os contaminantes, e, no caso destes, mostra se está a ultrapassar os níveis aconselhados. Se isso acontecer, propõe alternativas."

O inquérito que o IPMA fez sobre os consumos de peixe em Portugal diz-nos se os portugueses comem em excesso peixes com alto nível de contaminantes? Não há conclusões surpreendentes ou sequer preocupantes, mas o estudo - realizado no âmbito do projecto Goodfish, e que inclui 23 produtos de pesca diferentes e baseia-se em respostas de 1400 pessoas - aponta tendências. Por exemplo, a frequência do consumo de bacalhau e sardinha (fresca e em conserva) é superior entre os mais velhos; e o salmão é mais consumido entre as faixas etárias mais jovens.

Cuidado com o ómega 6

O problema aqui, explica Carlos Cardoso, é que o salmão é de facto um peixe que tem ómega 3, mas também muito ómega 6, e "já temos na nossa dieta muitas fontes de ómega 6". Sendo de aquacultura, o salmão alimenta-se em grande parte de rações de origem vegetal, e são estas que contribuem para o aumento dos níveis de ácidos gordos ómega 6. O que acontece é que ingerimos ómega 6 em diversos tipos de gordura vegetal ao longo do dia. Devemos, por isso, privilegiar espécies de peixe que nos dêem ómega 3 sem aumentarem excessivamente o nosso consumo de ácidos gordos ómega 6, que têm um efeito pró-inflamatório negativo para uma série de doenças, como a artrite reumatóide. E não é isso que acontece com o salmão. O investigador do IPMA sublinha a importância de estudos sobre o consumo na informação que é transmitida, por exemplo, pelos médicos que dão conselhos de alimentação, e que poderão aconselhar o consumo de salmão quando seria mais saudável optar por sardinha - que, aliás, tem outra vantagem, que é a de ser um peixe do mar, não alimentado a ração, e ser abundante na costa portuguesa. Tal como outros peixes cujo consumo é aconselhado: o carapau, a cavala, a sarda.

A forma de cozinhar também tem implicações que muitos médicos desconhecerão. Aqui a questão passa pela bioacessibilidade. O produto pode ter determinados contaminantes mas, se for cozinhado de uma certa forma, esses contaminantes serão absorvidos pelo nosso organismo com maior ou menor facilidade. O mesmo se aplica aos nutrientes.

Esta é, afirma Carlos Cardoso, uma área muito recente e que está a ainda a ser investigada, pelo que é prematuro avançar conclusões. Mas pode-se dar o exemplo do tomate, que, quando é cozinhado, vê reduzido o teor de licopeno (antioxidante), mas, ao mesmo tempo, este torna-se mais acessível ao organismo, compensando assim a redução.

Também José Domingo aconselha o consumo de peixes que "até têm um preço económico" como a sardinha, a cavala, a anchova, o biqueirão, ou de moluscos como a lula e o polvo. Importante é a variedade. Mas não há motivos para alarme, garante. "Não estamos a exceder os limites. Mas o óptimo seria que todos tivéssemos níveis de contaminação zero." E, idealmente, que atacássemos as causas da contaminação. Porque, lembra, "os alimentos não vêm de Marte, são da nossa terra e somos nós que os contaminamos"

D. Policarpo não está cá



por BAPTISTA BASTOS

D. José Policarpo, cardeal-patriarca de Lisboa, disse, em Fátima, ser contra as manifestações populares, as quais, assim como as revoluções, nada resolvem. A frase é inquietante, proferida por quem é: um homem culto, conhecedor da História e dos movimentos sociais que explicam e justificam as modificações políticas. Mais: numa altura em que o País vive uma crispação inédita, onde a fome, a miséria e a angústia estão generalizadas, as palavras de D. Policarpo não são, somente, insensatas - colocam o autor no outro lado do coração das coisas.

Diz, ainda, o solene purpurado: "Até que ponto é que nós construímos uma saúde democrática, com a rua a dizer como se deve governar?" Não contente com a afirmação adianta, sem hesitar e sem pejo: "O que está a acontecer é uma corrosão da harmonia democrática, [sic] da nossa Constituição e do nosso sistema constitucional."

D. Policarpo deve saber que a legalidade do voto não legitima acções de dissolução, como as praticadas, diariamente, por este Governo, contra as populações, contra a Constituição, contra as normas mais elementares do viver democrático. Deve também saber que a rua possui o poder de corrigir, com o protesto, a insolência de quem se julga detentor do direito absoluto. "Vamos cumprir o nosso rumo, custe o que custar", na expressiva vocação totalitária do primeiro-ministro, é, isso sim, "uma corrosão da harmonia democrática." E D. Policarpo, que parece crer em alguns absurdos, acredita, seriamente, que os portugueses vivem, mesmo, nessa benfazeja e bendita concórdia? Só assim se justificaria a enormidade das suas declarações.

O pacifismo e a magnitude das últimas manifestações podem e devem ser interpretados como uma insubmissão de dissidência, e repúdio pela maneira como somos conduzidos e governados. No fundo, a rua é o lógico prolongamento de um mal-estar que o cardeal parece dramaticamente ignorar ou omitir. Ele não gosta da rua, e está no seu direito. Mas já não é de seu direito condenar aqueles que recusam a servidão imposta por esta "harmonia democrática", quando ela é tripudiada por um Governo que exerce o poder nas raias da ilegalidade, como o asseveram o Tribunal Constitucional e muitos outros constitucionalistas. 

Sabe-se que D. Policarpo sempre foi muito recatado em condenar os desmandos do poder. Ele é mais das meigas coisas celestinas do que das asperezas terrenas. Assim, serviu-se, acaso excessivamente, ao longo dos anos, de metáforas mimosas para não dizer o que dele se esperava: a clareza do verbo e a argumentação qualitativa do requisitório evangélico. Desta vez, porém, a frase foi desprovida de adornos. E, com irada exacerbação, deu amparo e continuidade às ideias e aos processos do poder, vituperando aqueles que, legitimamente, o contestam.

Vítor Gaspar, o anti-Nobel primário


por FERREIRA FERNANDES



Leram as justificações do comité sueco ao atribuir o Nobel de Economia? É um ataque claro a Vítor Gaspar, só pode. O comité ditou para a ata: "Este ano, o prémio recompensa um problema económico central: como associar diferentes agentes o melhor possível." Se era para sublinhar exatamente o que Gaspar não sabe fazer - ele que até o seu Governo desune -, não se podia ser mais acintoso. Vítor Gaspar é perito em desassociar o melhor possível até os agentes que nem diferentes são e pertencem ao mesmo governo. Se houvesse um anti-Nobel de Economia, era ele. Os americanos Alvin Roth e Lloyd Shapley ganharam o prémio pelo seu trabalho sobre como as diferentes escolhas podem ser feitas sem precisar dos preços (dinheiro) como mecanismo. O trabalho deles, todos os jornais já falaram disso, dedicou-se a pensar como os novos médicos se distribuem num hospital e os estudantes numa escola, os casais se encontram para dar certo, os órgãos transplantados chegam aos doentes... Enfim, coisas da vida. Da vida, área que o nosso ministro das Finanças desconhece (e, suspeito, tem raiva de quem conhece). Vítor Gaspar lê aquilo das "diferentes escolhas que podem ser feitas sem precisar do preço como mecanismo", e afasta logo a ideia com a soberba lenta que o caracteriza. Tudo que foge ao acerto de contas é-lhe indiferente. Mas esse não é o problema maior. O problema maior é que, depois, ele não acerta as contas.