30 de abril de 2013

Já lhe chamam "Furacão Benfica"...


Fotografia © NASA


Ver em: dn.pt

Bruxelas avança com proibição de pesticidas que matam abelhas


Público.pt

Parque Nacional da Gorongosa: “o homem sonha, a obra nasce”


Público.pt

E 128 anos depois, podemos ouvir a voz de Bell


Público.pt

Não, este não é da minha mãe...


Será que só eu é que tenho a sensação que agora todos os cantores têm este ar de ecologista de esquerda, vegetariano, hippie chic, barba pacientemente descuidada, que anda de bicicleta pela cidade com o último iPad na mochila, sempre com este ar de quem não faz mal a uma mosca e que podemos ter como namorado da nossa filha?



Sim, já sei que faço perguntas um bocadinho compridas e estúpidas...


Português, tão maravilhosamente Português...



Como parte do meu pequeno-almoço esta manhã: umas torradas de pão da Marinha Grande (tenho quantidades industriais no congelador), 1 sumo de pêra rocha da Compal, 1 café expresso Sical (de cápsula). Bem, o leite de arroz era italiano e a manteiga das Asturias, mas o essencial era da terrinha... Pois é, ser emigrante hoje é bastante mais fácil, apesar da... Saudade, sim... da Saudade!



(Que) Seja agora...


No Domingo, quando nos dirigíamos a Aguilar, pusemos o último álbum dos Deolinda e fomos desfrutando das várias canções, até que, de repente, ouço a Helena (literalmente) a berrar e a choramingar, como só as crianças de 2 anos e meio (receio que com outras idades mais avançadas também) sabem fazer...

A mãe não percebia o que ela dizia e eu ainda estava um pouco atónito, sem saber se era exatamente isto que ela nos gritava como se estivesse possuída:

“SEJA AGORA! SEJA AGORA! SEJA AGORA! SEJA AGORA! SEJA AGORA!”

Obviamente, fizemos-lhe a vontade repetidas vezes...

Só vos posso dizer uma coisa, se os governantes, os empresários e os trabalhadores destes nossos países tivessem uma Helena por trás a gritar-lhes

“SEJA AGORA! SEJA AGORA! SEJA AGORA! SEJA AGORA! SEJA AGORA!”

Já teríamos saído da Crise há muito, muito tempo...  
 

Observatorio de Responsabilidad Social Corporativa: Dialogos para la Acción


Diálogos para la Acción
Gobernanza de empresa y relación con la sociedad
9 mayo de 2013 a las 18:00 horas
Centro Arrupe
C/ Fernando el Católico 63, Madrid


El Observatorio de Responsabilidad Social Corporativa inicia en mayo una serie de coloquios que bajo el nombre Diálogos para la Acción se van a desarrollar a lo largo del año.
Diálogos para la Acción quiere ser un espacio de reflexión y foro de debate abierto en torno a temas de actualidad relacionados con la responsabilidad social. El objetivo es la generación de propuestas que promuevan cambios de los modelos actuales que se han mostrado ineficaces.

Con un formato presencial distendido se contará con invitados relevantes en las materias tratadas que de la mano del moderador se adentrará en los temas y se favorecerá el espacio de diálogo con el público. 

El primer coloquio de Diálogos para la Acción tiene el título Gobernanza de empresa y relación con la sociedad  en la que se debatirá sobre como deberían darse a conocer los objetivos de la empresa . Hay dos categorías generales de objetivos que debe plantearse la empresa: la primera comprende los objetivos comerciales, tales como el aumento de la productividad o la individualización de un sector de interés; la segunda es mucho más fundamental y se relaciona con los objetivos de la gobernanza: trata de encontrar respuesta a las preguntas básicas de "¿por qué existe esta empresa? y ¿cuál debe ser su relación con la sociedad?". 

En este primer Diálogos para la Acción contaremos con la presencia de Carlos Bravo, secretario de política social y políticas públicas de CCOO; Luis Cayo, presidente de CERMI y Amadeo Petitbò, director de la Fundación Rafael del Pino. El coloquio estará moderado por Marcos de Castro, ex presidente de CEPES y ex miembro del Consejo Económico y Social.

Entrada libre hasta completar aforo. Imprescindible formalizar INSCRIPCIÓN

Reflexionando sobre a Boa Governação (Democrática) na Cooperação para o Desenvolvimento...


Palavras-chave: Cooperação para o Desenvolvimento, Boa Governação, Democracia, Moçambique, Portugal, Espanha, Brasil, capacitação do Estado

            (...)

No caso de alguns países doadores – Portugal e Espanha – um discurso conforme e alinhado ao do Comité de Ajuda ao Desenvolvimento (CAD) da OCDE[1], entra em contradição, do meu ponto de vista, com o estado da Boa Governação Democrática nesses mesmos países.

Que lições de Boa Governação podem dar Portugal e Espanha a outros países menos desenvolvidos e empobrecidos? Que lições podem dar quando também estes (obviamente, numa análise comparada entre países ditos desenvolvidos) apresentam lacunas ao nível da afirmação do Estado de Direito Democrático e Social[2]?

Portugal e Espanha são países onde ainda falta uma verdadeira tradição democrática de exercício de direitos e de participação da sociedade civil, de cultura e responsabilidade políticas e cívicas. E, por que não? Países, onde ainda imperam esquemas de corrupção, clientelismo e caciquismo, que dizem querer combater ao Sul do Sul. E onde existem políticos que governam, “em função de carreiras pessoais futuras, sejam elas instituições internacionais, o comentário político ou o emprego em multinacionais[3],

(...) Que lições podem dar Portugal e Espanha ao nível da capacitação do Estado, do fortalecimento institucional e das estruturas, da modernização da gestão de políticas públicas, ou da profissionalização do pessoal da administração pública, quando a cada ciclo eleitoral se fala da necessidade de reforma(s) do Estado, nas suas inúmeras vertentes. Poderão os programas de cooperação, bilateral e/ou multilateral (p.e. de capacitação técnica), na área da Boa Governação, num país como Moçambique, transportar os mesmos defeitos e as mesmas práticas? Ou poder-se-á afirmar que estes apresentam sinais de imunidade e coerência em relação aos discursos políticos que os sustentam?

Por último, a minha reflexão também me conduz (necessariamente) à comparação entre os programas levados a cabo por Portugal e Espanha (relações Norte-Sul) e os que são levados a cabo pelo Brasil (relações Sul-Sul) no Sistema Internacional de Cooperação para o Desenvolvimento e, em particular, em Moçambique. Apesar de não pertencer ao CAD (também não pertence à OCDE, como acontece com o México ou o Chile), o Brasil assume-se cada vez mais como um importante país doador (e investidor) nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), devido à proximidade cultural e linguística, à sua pujança económica (investimento estrangeiro) e ao papel preponderante que tem ao nível político, estratégico e diplomático, com a intenção de ser membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.

Neste sentido, sou levado a perguntar, se enquanto país do Sul, o Brasil introduz algum aspecto diferenciador, de inovação e melhoria aos programas relacionados com a Boa Governação em Moçambique, nas áreas anteriormente assinaladas. Poderemos falar com propriedade de um novo modelo de cooperação Sul-Sul, em comparação com os programas que possamos analisar dos países (mencionados) do Norte?

Por último, com respeito ao país receptor – Moçambique – poder-se-iam levantar várias questões:

  • Qual o papel do país receptor na apropriação/participação (ownership) e implementação destes programas e na sua relação com uns e com outros (doadores do Norte e do Sul)? 
  • E em relações de cooperação tripartida (Estado/Governo, Sociedade Civil e Parceiros)?
  • Como introduz institucionalmente o conceito de Boa Governação nas suas próprias estratégias de Desenvolvimento Económico e Social (Planos Quinquenais, PARPA, etc.) e dos seus compromissos internacionais (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, por exemplo)? 
  • Como são definidas e quais as suas necessidades/prioridades no âmbito da Boa Governação? Que mecanismos de controlo/monitoria/avaliação são instituídos? E de responsabilidade e prestação de contas (accountability)?
  • E, finalmente, que resultados se pretendem atingir com a implementação deste tipo de programas, num contexto de partidarização do aparelho de Estado e de constatação de factores associados à “maldição da abundância”?[4]



[1] O CAD tem como principal objectivo “coordenar os esforços e os recursos internacionais a favor dos países receptores da ajuda, de modo a que estes possam atingir um desenvolvimento económico e social durável, participem na economia mundial, sejam responsáveis pelo seu próprio desenvolvimento e reforcem a capacidade das respectivas populações na diminuição do seu nível de pobreza”.  Ver a página oficial do CAD (OCDE) em: http://www.oecd.org/dac/.
[2] Fortemente atacado nestes últimos anos, devido às medidas de ajuste impostas pelo FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu, por intermédio dos obedientes Governos que as executam.
[3] Ver Sousa Santos, B. (4 de Abril de 2013): “O Mediterrâneo em chamas”, in revista Visão
[4] Ver Sousa Santos, B. (27 de Julho de 2012): Moçambique: a maldição da abundância?, in revista Visão

25 de abril de 2013

“O futebol é mais instrumentalizado hoje do que foi durante o Estado Novo”


Público.pt

Jornal de Angola critica "elites corruptas e ignorantes de Lisboa" num texto sobre o 25 de Abril...


Público.pt

Portugueses dizem que economia e justiça estavam melhor antes do 25 de Abril...

iOnline

Mota Soares diz que crise não pode condicionar a solidariedade entre os povos...

iOnline

25 de Abril, Sempre!


Hoje, 25 de Abril, Dia da Liberdade em Portugal, a rádio Cadena Ser de Espanha, no programa de Pepa Bueno, "Hoy por Hoy", teve a feliz ideia de entrevistar Jorge Sampaio, Boaventura de Sousa Santos e Inês Subtil. Obrigado!

Jorge Sampaio: "Estamos sufriendo y hay riesgo de ruptura social"





 

24 de abril de 2013

Dedicada a uns amigos com preferências clubísticas azuladas...


Invitación evento Derechos Humanos



Querido/a amigo/a,

Tenemos el placer de invitarte el próximo día lunes 29 de abril al evento “LOS DERECHOS HUMANOS SON UN DERECHO DE TODOS: No a la discriminación por Edad”.

Además, inauguramos la exposición de fotos “La mirada de los mayores: Personas mayores desplazadas en Colombia” y que podrás visitar ese mismo día.

Adjuntamos la invitación electrónica, donde encontrarás toda la información relativa al evento.

Si quieres confirmar tu asistencia, por favor, PINCHA AQUÍ.  

¡Esperamos contar contigo!

Un saludo,

Irene Arcas Mantas
Coordinadora Institucional

HelpAge International España
Núñez de Balboa, 9, 4º.
28001 Madrid

17 de abril de 2013

Audio de la charla de Alberto Garzón en Palencia


El pasado mes de marzo Alberto Garzón, miembro de ATTAC (La Asociación por la Tasación de las Transacciones Financieras y por la Acción Ciudadana, movimiento intelectual ciudadano que promueve el control democrático de los mercados financieros y las instituciones encargadas de su control mediante la reflexión política y la movilización social) y parlamentario por Izquierda Unida, vino invitado por estos dos grupos a Palencia para dar una charla sobre alternativas al sistema actual.

17 de Abril: Día Mundial de la Lucha Campesina



12 de abril de 2013

Lee Ranaldo. Um miúdo com uma banda nova...

iOnline

Entrevista a Germana Tânger

iOnline

The National - "Demons"



100 World Kisses...

50 Aniversari Medicus Mundi | 50 Aniversario Medicus Mundi




Programa Actividades 50 años



Viernes 7 de junio:

09:00     13:30    Jornadas Científicas “Atención Primaria de Salud y Cooperación: una utopía?”                                    Colegio Oficial de Médicos (COMB), Barcelona.

13:30     15:00     Comida (COMB). (16 €).

15:00     18:45     Jornadas Científicas “Atención Primaria de Salud y Cooperación: un utopía?”

19:30     20:30     Recepción en el Salón de Crónicas del Ayuntamiento.

21:00     ------      Cena con los ponentes de la Jornada. Rest. Attic (30 €).



Sábado 8 de junio:

10:00     13:30     Asamblea de FAMME (Mutual Médica).

                               Asamblea de MM Internacional. (Mutual Médica).

                               (reservado a los representantes de FAMME i MMI)

13:30     15:00     Comida (Mutual Médica) (16,5 €).

15:00     18:30     Sesión de repaso a la historia de MM (Mutual Médica)

19:00     20:00     Visita al Museo de Historia de la Ciudad.

21:00     -----       Cena: 50 Años. Rest. Xup-Xup (playa de la Barceloneta) (33,5 €).



Domingo 9 de junio:

10:30                     Visita a la Sagrada Familia.


Puedes inscribirte para las actividades a través del siguiente formulario.

Aquí tienes el mapa de los lugares de la celebración.
Si tenéis consultas, por favor dirigíos a 50aniversario@medicusmundi.es o al teléfono 93 418 47 62 (oficina de MM Catalunya).

10 de abril de 2013

Sexo real en un videoclip para darse a conocer en tiempos de crisis...

Pelo nosso Tua...


Moçambique. Começa a haver um cheiro de guerra no ar?

iOnline

PALENCIA TEATRO: "EXHUMACION: materia cruda", de MERCEDES HERRERO PÉREZ



SÁBADO, 13 de ABRIL a las 19.30h
Teatro Contemporáneo 
"EXHUMACION: materia cruda"
MERCEDES HERRERO PÉREZ
 Sala Encoarte Alkimia, Carretera de Santander , 112 (Palencia)

José Luis Sampedro: ... y mejor persona




Lo peor de la muerte es que deja un vacío, una ausencia. Porque José Luis Sampedro ha tenido una vida plena, insobornablemente libre, coherente. Y se ha ido en paz.

 El humanista José Luis Sampedro. / Efe


No por esperado, el mazazo es menor: ha muerto José Luis Sampedro. Ayer, lunes 8 de abril a la una de la madrugada. En su casa de Madrid. En su casa. Esta mañana, tal como él quería, ha sido incinerado sin avisar prácticamente a nadie. En total intimidad. Con la misma discreción que jalonó su vida. Solo después se ha contado.

Un economista –y profesor de economistas- pionero, de los que pensaba que esa disciplina ha de estar al servicio de la sociedad y alertaba de la deriva que estaba tomando desde hace muchos años. Un escritor sublime, lleno de sensibilidad y afán constructivo que deja una inmensa obra. Y, sin embargo, lo que más he admirado de él ha sido, es, su personalidad. Única. Excepcional. Pleno de lucidez, compromiso y una especie de ingenuidad incontaminada. Era alguien que enriquecía en cada aliento de su voz, en sus gestos. Siempre dispuesto a colaborar en las causas justas.

Quiero llorar desde un rincón lo mucho que le quiero pero también me veo un poco impelida a compartir lo que él y su muerte me inspiran. Hace tiempo que él quería irse. Al lado de su mujer, Olga Lucas, de su hija Isabel, de Amaya, su mano derecha, de un reducido grupo de amigos, ha tenido una vejez maravillosa. Una segunda oportunidad de vida, como no dejaba de recalcar. Pero desde hace unos años sus facultades se venían deteriorando. Por eso en uno de sus últimos cumpleaños, 94, en la Cala de Mijas, su brindis fue:

“Esto es la vida. Animaos todos. Porque se puede llegar a los 94 años y más, siendo feliz. Aunque uno se levante y se tenga que poner la boca, los ojos y los oídos. Se puede ser feliz a pesar de los jefes y de que muchas de las cosas que nos rodean nos parezcan impedimentos. Por nosotros mismos. Tenéis una vida. Cada uno la suya. ¡Aprovechadla!”.

Nos despedíamos cada vez que nos veíamos. Si los sentidos fallaban, parecía potenciarse aún más si cabe su enorme talento, su empatía con los demás. Y su mano seguía apretando, con calor y fuerza, en cada hasta luego. En este 1 de febrero cuando alcanzó los 96 que serían los últimos. Siempre daba las gracias. Sinceras. Asombrosa humildad. 

Le gustó mucho que le concedieran el Premio Nacional de las Letras 2011, que el Ministerio, presidido ya por Wert, tardó tanto en entregar que ya no era sensato acudir al acto. En su sencillez, le hacía ilusión, de alguna manera inscribirse en la historia de los fundamentales, algo así como tener razón. Que lo uno, no quita lo otro.

En los recuerdos que se le prodigan –muy justos- no faltará el repaso de su obra. En ella tenemos para releer y atesorar su riquísimo pensamiento y debemos hacerlo para afrontar los duros momentos que vivimos y que tanto le preocupaban. Una auténtica guía.

Yo me quedo con la figura de un hombre entrañable, profundamente comprometido, humano. Sus logros le costaron esfuerzos. A los 16 años ya era funcionario de Aduanas por oposición y allí empezó a escribir en el reverso de los partes. Luego la carrera de Economía. La docencia. Los libros. Los puestos internacionales. Se exilió, harto. Alguna vez decía que España se había exiliado de nosotros. Ésta. La que se ha reproducido amargamente, hasta enturbiar el último año de este hombre que veía repetirse los errores por cuya erradicación luchó.

Le gustaba el otoño. Y el mar. Era historia viva. Hasta me contó los avatares de una pionera del periodismo: Josefina Carabias, empleada de camarera en el Palace para obtener información. Le gustaba la música y canturreaba canciones. Un agudo sentido del humor con el que aliñaba cuanto hablaba, porque los atropellos no pueden quitarnos hasta eso. Una especie de fragilidad en su fuerza que invitaba a abrazarle para extraer de él también su ternura.

Lo peor de la muerte es que deja un vacío, una ausencia. Porque José Luis Sampedro ha tenido una vida plena, insobornablemente libre, coherente. Y se ha ido en paz. Y eso nos deja consuelo. Ese doble sentimiento de dolor y conformidad. Sé que quiere que arropemos a Olga, si se deja. A lo mucho que vale. Ha entregado su vida a él. Demasiada densidad para desprenderse de una presencia tan rotunda.

Nos ha dejado frases, ideas, que invitan a no cejar nunca en la lucha. Pero ahora, en este especial momento, lo que me vienen a la memoria son los versos del poeta José Ángel Valente:

" De ti no quedan más
que estos fragmentos rotos.
Que alguien los recoja con amor, te deseo,
los tenga junto a sí y no los deje
totalmente morir en esta noche
de voraces sombras, donde tú ya indefenso
todavía palpitas”.

El amor lo tiene, desbordado. Y no dejaremos morir el inmenso ideario que nos ha legado. La búsqueda del pensamiento crítico, de la verdadera libertad.

La Reina visita el corazón del sida y la malaria en Mozambique




La Voz de Iñaki: "Lo que aprendimos de José Luis Sampedro"



La política catalana es como el juego Twister...




(escuchar a partir del minuto 09'25)
 

"Porque Devemos Sair do Euro. O divórcio necessário para tirar Portugal da crise"




"Porque Devemos Sair do Euro. O divórcio necessário para tirar Portugal da crise", um livro para ler de João Ferreira do Amaral

Em 1992 Portugal capitulava sem nenhum exército as portas de Lisboa aos pés de uma Comissão Europeia crescentemente instrumentalizada pela Alemanha. Não houve referendo, os eleitores não foram consultados. As elites portuguesas, que esperavam vir a beneficiar largamente dos fundos estruturais europeus, entregaram levianamente a nossa moeda - e com ela a soberania monetária. O resto é história.

Amnesty International USA: Our annual report on the death penalty is now out.




Although the global trend towards abolition remained strong, most executions took place in China, Iran, Iraq, Saudi Arabia, USA and Yemen.

Read the full report including maps & graphs: http://bit.ly/10KEuOe

Absolute Sampedro


radio 3

Hay cosas que merecen mucho la pena. Haz click en este vídeo y sólo por verlo se donan 5 céntimos a los españoles que más lo necesitan.