15 de agosto de 2012

CONVITE p/ Lançamento de Livro



Queridos amigos, é como grande alegria que venho CONVIDÁ-LOS para o relançamento
do meu Livro POETAR É PRECISO, que será realizado na 22º Bienal Internacional do Livrode São Paulo. Dia 17 de Agosto, sexta feira das 14:00 às 16:00hs no stand da Editora Scortecci.  Av. 1 Rua M - Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Será uma tarde muito especial, convide seus amigos, colegas de escola, faculdade, professores,
venha me dar um abraço e participar deste dia tão importante para mim.

Eu espero você!! Até lá!!

17/08/2012 sexta feira na Bienal das 14:00 às 16:00hs

Um grande abraço!

7 de agosto de 2012

Vicenç Navarro: El Sr. Draghi, el euro, el BCE y el Bundesbank



Texto escrito por Lucía Etxebarría, fácil, rápido y muy claro...





"Sábado por la noche. Me pillé la mano con la puerta de la cocina (soy muy propensa a los accidentes domésticos: soy sagitario y no tengo conciencia de peri cuerpo). Me presenté sola en el hospital de Sant Pau porque mi compańero se quedaba a cuidar de mi hija. Me pasaron a la sala de espera. Allí había una nińa, venga a... llorar.... Le pregunté su edad. Tenía 18 ańos, estudiaba en Barcelona, tenía una otitis. Llevaba dos horas allí. Su familia estaba en Girona. Yo sé que las otitis duelen muchísimo, he pasado alguna. Pero creo que también lloraba porque estaba asustada y sola. Me presenté ante la enfermera. Le dije que por favor le dieran un calmante a esa chica. Me dijo que como enfermera ella no podía administrar nada sin autorización del médico.
Y dónde está el médico?. Ocupado, y aún puede tardar horas. Y luego me miró: Tú eres escritora, no? Escríbelo. Cuenta cómo está la situación. Y eso he decidido hacer.

Vamos a aclarar las cosas. No están haciendo recortes en sanidad porque la cosa esté así de mal, sino porque la sanidad es un gran negocio, y si se privatiza, al estilo de Estados Unidos, muchos se van a hacer multimillonarios.

Se podría recortar de muchas otras partidas.

Los toros se subvencionan: las fiestas taurinas nos cuestan 564 millones al ańo en subvenciones.

Los clubes de futbol también, de forma indirecta. Deben 750 millones a Hacienda y 11 millones a la Seguridad Social. De hecho, la UE ya ha propuesto investigar al fútbol espańol por presuntas ayudas del Estado.

Se podría eliminar los sueldos y pensiones vitalicias y prohibir por ley que los ex presidentes cobren de la empresa privada a la vez que disfrutan de su pensión vitalicia: González y Aznar siguen sin renunciar al sueldo de 80.000 mientras reciben altas retribuciones de Gas Natural y Endesa, por ejemplo.

Se podría prohibir que un político cobre del Estado y de la empresa privada: Acebes cobra del Congreso y de Iberdrola, por ejemplo.

Se podría recortar sueldos de cargos políticos. Si un ciudadano tiene que cotizar 35 ańos para percibir una jubilación, no veo por qué los diputados lo hacen a los siete, ni por qué no tributan un tercio de su sueldo del IRPF, como hacemos los demás.

Se podría endurecer las penas contra el fraude fiscal. El 72% de este fraude proviene de las grandes empresas que facturan más de 150 millones de euros al ańo, y de la banca. Ahorraríamos 90.000 millones de euros.

Se podría eliminar el concordato con el Vaticano. El ahorro final estaría entre los 6.000 y los 10.000 millones de euros. Jesús predicaba la pobreza, y la Iglesia se debe mantener mediante las aportaciones de los fieles, como ya dijo el propio San Pablo.

Esa nińa que lloraba en urgencias podría ser su hija. Peor aún, usted podría padecer leucemia. Y si la padeciera, un seguro privado no le ayudaría, porque los mejores especialistas están en la Seguridad Social. Lo sé porque se trata de una enfermedad que he vivido de cerca.

Usted que me lee: tome conciencia, por favor. El fútbol es un negocio. Los toros, una tortura. Los gastos del Congreso, un lujo innecesario. Las pensiones vitalicias, una enorme falta de ética. La fe es una opción. Pero la salud es un derecho."

Lo mismo podría decirse de la educación. 
En serio vais a permitirlo?  o es que os dan alergia las manifestaciones?

Luchemos por lo nuestro, es nuestro derecho. Por una democracia real.

Un saludo.

3 de agosto de 2012

Morreu "Camões", o cão que inspirou José Saramago


Hoje morreu "Camões", o cão que inspirou José Saramago nas suas obras.
Deixo aqui a notícia que muitos criticaram por considerarem "não notícia" e por isso mesmo, deixo aqui uma homenagem ao cão Camões e a todos os cães de companhia através dos próprios textos do escritor...como disse, um dia, Saramago: "Encontro mais humanidade nos cães do que em muitas pessoas..."
 
03/08/2012
 A Fundação José Saramago anunciou hoje a morte do cão de água Camões, que inspirou o escritor a imaginar o cão "O Achado", fiel aliado do oleiro protagonista do romance "A Caverna".

O cão que José Saramago adotou, no ano em que foi distinguido com o Prémio Camões, em 1995, morreu hoje na ilha espanhola de Lanzarote, no arquipélago das Canárias, noticia a Fundação.

Num texto difundido no sítio da Fundação na Internet, a viúva do escritor, Pilar del Río, recorda: "'Entra, chegaste à tua casa': assim entrou Camões na vida de José Saramago. No momento em que Manuel Maria Carrilho, ministro da Cultura de Portugal, anunciava a José Saramago que lhe tinha sido concedido o maior galardão literário da língua portuguesa".
Conta Pilar del Río, que preside à Fundação, que o "cão assustou tanto uma vizinha que ela gritou a pedir ajuda", mas quando se foi ver o que passava, "o animal feroz era um cachorro assustado com o susto da mulher".

"O animal entrou pela porta aberta do jardim, mexendo sem jeito as pernas, um pouco desajeitado, feliz por ninguém o maltratar. Quando Saramago apareceu a anunciar que tinha recebido o Prémio Camões, soubemos, soubemo-lo nesse instante, que o cão que tinha encontrado a sua casa não ia ter outro nome que o do grande poeta português", escreve Pilar del Río.

"E este cão doce e nobre, que nunca aprendeu a comer devagar porque, até chegar à Casa, tinha tido que lutar contra a fome e o abandono, com a sua gravata branca desenhada no pelo negro, que foi o modelo para 'O Achado' d'A Caverna, um cão que, como todos os cães que Saramago inventa, é a melhor resposta animal à melhor consciência humana, morreu com todos os seus anos e sempre amado", afirma a presidente da Fundação.

O cão foi ainda título de uma crónica jornalística, conta Pilar del Río, quando da morte do escritor, há dois anos.

"Quando o cão chamado Camões regressou a casa depois da morte de José Saramago, não conseguiu aceitar a ausência. Esteve inquieto durante o dia, mas quando chegou a noite e não viu o dono nem na cama nem no sofá que ocupava habitualmente, quando uma e mil vezes percorreu o espaço entre os dois quartos, quando percebeu que o dono já não estava nem ia estar, que isso é a morte, uivou, gritou, rasgou-se numa dor que arranha a alma só de descrevê-la", recorda a viúva de Saramago.

"Não bastaram abraços para consolá-lo, nem palavras carinhosas: ia e vinha de um lugar para outro, numa correria que partia o coração, gemia com uma dor humana. Por isso, um amigo que estava lá em casa e ali passou a noite, intitulou no dia seguinte a sua coluna jornalística: 'Camões chora por Saramago'".